
Quem passa pela Região Metropolitana de Vitória em direção ao Norte do Estado tem sua atenção despertada por uma cidade pequenina, com muitas frutas e plantas sendo comercializadas na beira da BR 101 logo em sua entrada. Estamos falando de Fundão, assim batizada em homenagem ao rio cuja toponímia remete à sua característica.
A travessia da cidade é rápida, porém, marcante. É também a principal rota para quem busca as delícias de Santa Teresa, a primeira cidade italiana do Brasil. Do lado direito no sentido Norte, a parte mais “moderna” da cidade. Do lado esquerdo, um casarão transformado em hotel e restaurante traz as marcas da história de sua colonização.
Numa visão poética, mais do que histórica, podemos dizer que Fundão é onde o mar e as montanhas se encontram e se beijam. Desse amor, nasceu a cidade, a meio caminho entre as planícies litorâneas de Praia Grande e sua orla de águas tranquilas e as elevações marcadas pelo monumental Pico do Goiapaba-Açu, que pode ser visto de longe graças aos seus imponentes 850 metros de altitude, mais alto do que o Mestre Álvaro, montanha de referência da vizinha Serra.
HISTÓRIA
Fundão sucede historicamente o antigo município de Nova Almeida. Nova Almeida foi fundada às margens do rio Reis Magos como a Aldeia dos Reis Magos em 6 de janeiro de 1557 por jesuítas e pela tribo temiminó, sob liderança do cacique Maracaiaguaçu, pai de Araribóia. Em 1757, Nova Almeida foi elevada a paróquia e vila e, em 1760, a comarca.
Por diversos fatores, nas décadas seguintes à de 1820, a população de Nova Almeida, que era de mais de 8 mil habitantes, começou a diminuir, levando à decadência da vila.
Os primeiros imigrantes italianos, da família Agostini, chegaram à atual região de Fundão em 1875, vindos do Tirol, na fronteira italiana com a Áustria, para se fixarem em Três Barras (atual Irundi). Nas décadas seguintes, dezenas de outras famílias viriam para Fundão diretamente da Itália ou transferidas de outras regiões, especialmente de Santa Teresa.
Durante as obras da Estrada de Ferro Vitória-Minas no interior de Nova Almeida, trabalhadores morreram nas águas do Rio Fundão, assim chamado antes do fim do século XIX por sua profundidade. No mesmo lugar, na Fazenda Taquaraçu, de propriedade do pioneiro Cândido Vieira, surgiria o vilarejo de Fundão.

O MUNICÍPIO
Fundão é um município que pertence à Região Metropolitana da Grande Vitória, à Região Intermediária de Vitória e à Região Imediata de Vitória. Localiza-se ao norte da capital do estado, distando desta 53 quilômetros. Ocupa uma área de 286,854 km², sendo que 0,9 km² está em perímetro urbano, e sua população, em 2022, foi recenseada em 18.014 habitantes pelo IBGE.
A sede tem uma temperatura média anual de 23,2 °C e na vegetação do município predomina a Mata Atlântica. Com uma taxa de urbanização da ordem de 84%, o município conta com cinco estabelecimentos de saúde, 10 escolas, sendo duas de ensino médio, com índice de escolarização de 98,7% da população de 6 a 14 anos, segundo o IBGE. O seu Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) é de 0,718, considerando-se assim como alto.
O coeficiente de Gini, que mede a desigualdade social, é de 0,49, sendo que 1,00 é o pior número e 0,00 é o melhor. A incidência da pobreza, medida pelo IBGE, é de 32,52%, o limite inferior da incidência de pobreza é de 27,31%, o superior é de 37,74% e a incidência da pobreza subjetiva é de 28,41%.
Fundão foi emancipado do extinto município de Nova Almeida em 1923, hoje distrito de Serra. Atualmente, é formado pela cidade de Fundão e pelos distritos de Praia Grande, Timbuí e Irundi. A principal atividade econômica do município é a cafeicultura, porém, a maior participação do Produto Interno Bruto (PIB) municipal é do setor de indústria.
CARACTERÍSTICAS
Fundão abriga o Pico do Goiapaba-Açu, elevação granítica de 850 metros de altitude onde se situa o Parque Municipal do Goiapaba-Açu.
Praia Grande é um dos principais pontos turísticos da região, tendo entre os seus frequentadores mineiros e capixabas de outras cidades.
Entre os meses de dezembro e janeiro, realizam-se em Timbuí e Fundão as festas de São Benedito e São Sebastião, em que se apresentam as bandas de congo.
Apesar de possuir área relativamente pequena, Fundão estende-se do litoral à Serra do Castelo, unidade geográfica dominante na região central do Espírito Santo, apresentando relevo muito ondulado e com 61,53% de sua área apresentando declividade menor que 30%.
A região oriental é constituída de baixada e litoral quase retilíneo, com exceção da ponta Flecheira, e a ocidental tem elevações modeladas em rochas cristalinas. A 13 quilômetros da sede, na divisa com Santa Teresa, fica o Pico do Goiapaba-Açu, de onde é possível ver a região entre a Grande Vitória e Linhares.
O solo do município é, predominantemente, latossolo vermelho-amarelo distrófico e podzólico vermelho-amarelo, argiloso, com fertilidade média a baixa e pH 5,0. Tem profundidade mediana, boa drenagem e baixa suscetibilidade à erosão.
LITORAL
O litoral fundãoense favorece a pesca e o mergulho devido aos recifes naturais. Um dos balneários mais visitados na região durante o verão, Praia Grande tem águas rasas e calmas. Lá, na foz do Rio Reis Magos, situa-se o seu estuário e uma área de manguezal.
Menos procuradas por turistas e de areias finas, a Enseada das Garças tem traços de vegetação de restinga, e a Praia do Rio Preto, nos limites com Aracruz, abriga reservas de Mata Atlântica.
O Rio Reis Magos nasce em Santa Teresa, cruza a sede de Fundão como o Rio Fundão e deságua entre Praia Grande e Nova Almeida, num percurso de oeste a leste. Os seus principais afluentes são os rios Carneiro, Timbuí e Piabas.
Nas terras mais baixas da Bacia do Rio Reis Magos é exercido o cultivo de arroz e feijão, além do café nas outras áreas. O transporte hidroviário só é possível para pequenos barcos, por causa do processo de assoreamento.
Boa parte da vegetação de Mata Atlântica de Fundão foi substituída por áreas para agricultura e pecuária. São comuns na planície litorânea, o mangue, às margens do Rio Reis Magos, e a restinga, na costa. A vegetação nativa das margens do rio foi substituída por pastagens e áreas residenciais, provocando erosão.
O Rio Fundão é afluente do rio Reis Magos. Os principais afluentes do Fundão são os rios Carneiro e Piabas. Cruza a sede do município de Fundão.
Tem registros documentais desde 1861. Durante as obras da Estrada de Ferro Vitória a Minas, trabalhadores morreram nas suas águas. Possui um histórico de enchentes em Fundão desde antes de 1938, com ocorrências posteriores registradas em 1942, janeiro e outubro de 2009, 2010 e 2012.
Também já foi vítima de poluição num acidente com caminhão de combustível em 2005, que afetou quatro quilômetros do rio com 30,4 toneladas de óleo e pelo frigorífico local em 2007, que causou a morte de peixes. O Rio Fundão também é poluído por esgoto não tratado e defensivos agrícolas e está assoreado e com volume de água diminuindo devido ao desmatamento nas suas margens.

MEIO-AMBIENTE
A fauna do município é a típica da Mata Atlântica, o que inclui aranhas, caranguejos, borboletas e libélulas entre os invertebrados; cobras, jabutis e lagartos, entre os anfíbios; periquitos, pombos, sanhaços e tucanos, entre as aves; e ariranhas, capivaras, lontras e sanguis, entre os mamíferos.
A fim de preservar o meio ambiente em Fundão, foram criados, em 1991, o Parque Municipal do Goiapaba-Açu e, em 1994, a Área de Proteção Ambiental (APA) do Goiapaba-Açu, que fica nos municípios de Fundão e Santa Teresa, no entorno do Parque Municipal, e é administrado pelo Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Iema).
A APA abriga 133 espécies de aves, entre elas o pica-pau-rei (Campephilus robustus) e a araponga (Procnias nudicollis). Exemplares vegetais da região são bromélias e orquídeas, canela, jatobá, macanaíba e pau-pereira. Anfíbios também são destaques da fauna do Goiapaba-Açu.
O Horto Florestal Augusto Ruschi é o primeiro modelo de hortos florestais propostos pelo Espírito Santo na Eco-92. Situado ao lado do Ginásio Poliesportivo Josel de Oliveira, ocupa 4,5 hectares de antigas pastagens reflorestadas e possui um viveiro de mudas de cedro, cerejeira, jequitibá, macanaíba, peroba, espécies de ajardinamento e frutíferas, como abacate, amora, café, cajá, caju, jaca, jambo, jamelão, manga e mexerica.
LAZER
Estão entre os locais de lazer em Fundão a praça dos Expedicionários, localizada no Centro, e diversos clubes.
O Clube do Cavalo de Fundão promove cavalgadas; o Tropical Campestre Clube abriga instalações esportivas e de recreação; e o Maracaiá Clube, de propriedade do Comercial Futebol Clube, é a danceteria do Centro, que funciona às noites dos fins de semana e tem capacidade para 200 pessoas.
Também aos fins de semana são promovidos forrós na Cabana do Matoso, na comunidade do Encruzo.

MUSEU
A antiga residência da família Agostini, atual Casa da Cultura Doutor Mauro Mattos Pereira, é um sobrado localizado na cidade, tombado pelo Conselho Estadual de Cultura do Espírito Santo como patrimônio cultural do estado. Atualmente funciona como museu.
O sobrado, erguido em 1882 na fazenda Taquaraçu, do pioneiro Cândido Vieira, foi comprado em leilão pelos Agostini no início do século XX e usado pela exportadora de café Angelo Agostini e Cia., administrada pelo comerciante e representante bancário Hipólito Agostini.
Havia do prédio ligação por telefone até a fazenda Agostini, na zona rural. Na época, o piso térreo funcionava como comércio e o piso superior, como residência. Em 1925, foi moradia do médico e político César Agostini e, até a década de 1970, a família usou o térreo como escritório.
Mais tarde, o prédio foi comprado pela prefeitura. Foi restaurado em 1985 e 1986 para o funcionamento de loja de artesanato, museu e espaço para eventos culturais, além de ser sua área externa ter sido calçada de pedras e a construção de nova escada externa.
ROTA DA FÉ
Capela de Nossa Senhora da Vitória: construída em 1878 em Irundi, de onde pode-se ver o Goiapaba-Açu. Tem cemitério próprio com cerca de dez lápides de antigos moradores.
Igreja Bom Jesus da Lapa: do início do século XX, situada em Irundi. Fica sobre uma rocha, voltada para onde existia uma comunidade.
Igreja Nossa Senhora da Penha: na praça central de Timbuí.
Igreja Matriz São José: situada no topo da Escadaria Chrysantho de Jesus Rocha, tem formato muito modificado em relação à estrutura original. É mais visitada durante a festa de São Benedito.
Igreja Santo Antônio: na sede.
MANIFESTAÇÕES CULTURAIS
Representam a música e a dança locais as bandas de congo capixaba, que se apresentam em dias festivos e nas ocasiões da puxada, fincada ou retirada de mastro.
Entre as bandas de Fundão estão a Banda de Congo Mirim São Benedito e São Sebastião, em Timbuí; a Banda de Congo de São Benedito e São Sebastião, no Campestre I; a Banda de Congo Cultural Konfogo, no Centro; e a Banda de Congo São Sebastião e São Benedito de Irundi e Piabas, em Três Barras.
Ainda quanto à música, em 2013, a música gospel foi reconhecida oficialmente como manifestação cultural do município.

GASTRONOMIA
A colonização italiana contribuiu para a gastronomia local, por meio da polenta, do vinho de jabuticaba e do licor de leite. Por influência indígena, consome-se também a moqueca. Também é característica do município a produção de biscoitos caseiros, doces cristalizados, tapioca (na comunidade rural do Encruzo), queijos e requeijões.
No Sítio Morada Nova, no bairro Orly Ramos, dois descendentes de italianos viram suas famílias dobrarem de tamanho quando decidiram se unir há três anos. O casal Adriano Ramos (50) e Adriana Colli Lima (42) soma quatro filhos e conta com a prole na produção de embutidos e defumados de carne de porco.
A família toca a agroindústria “Morada Nova”, uma referência à casa que Adriano e Adriana construíram para abrigar a nova família. Ele tinha o sonho de abrir negócio próprio após fazer curso de defumados e embutidos pelo Senar-ES. A pandemia adiou os planos e, ansioso, começou a produzir linguiça de porco dentro de casa e a vender por encomenda na região.
A iniciativa deu certo e foi preciso um espaço mais adequado para produzir artesanalmente linguiças tradicional e calabresa, com versões recheadas com queijo e apimentada, linguiça de frango com cheiro verde, codeguin, banha de porco, além de cortes especiais de carne suína, como costelinha, copa lombo, picanha e outros e o kit feijoada.
Quanto ao artesanato fundãoense, são produzidas peças a partir de fibras de taboa, cana, madeira, cipó, coco e bananeira, além de conchas, tecido, porcelana, gesso, telas e vidro, dos quais são feitas pinturas em tecidos, em porcelanas e em outros objetos, bordados, bijuterias, balaios, peneiras, vassouras e vidros decorados. Fundão possui um cinema, que está desativado.

No turismo, é a pérola do Espírito Santo
A atividade turística de Fundão tem a peculiaridade de oferecer atrativos de praia e de montanha, característica única para um município do Espírito Santo.
Acessível pela rodovia ES-010, o litoral apresenta recifes naturais propícios para mergulho e pesca, areias compactas, restinga e castanheiras. Sua principal atração é Praia Grande, também conhecida como Joaripe, de cinco quilômetros de extensão, com águas turvas, frequentada por mineiros e capixabas de outras cidades. Nela fica o estuário do rio Reis Magos.
Praia Grande tem estrutura de hospedagem e alimentação com pousadas, hotéis, camping, aluguel de imóveis, restaurantes, bares e quiosques. Devido à restrição de urbanização à beira da praia, seus aspectos naturais estão preservados. No período do carnaval, chega a receber 100 mil pessoas, que se divertem na praia com música. Suas águas calmas favorecem os esportes náuticos e passeios de barco.
A praia do Rio Preto, na divisa entre Fundão e Aracruz, e a Enseada das Garças são pouco frequentadas, com areias finas. A Praia do Rio Preto, a 100 metros da ES-010, é bem conservada, com áreas de reserva de Mata Atlântica e ondas altas ideais para a prática do surfe.
Já a Enseada das Garças, entre a ponta Flecheira e a ponta Fortaleza e a 500 metros da ES-010, tem muitas algas marinhas e fundo com muitas pedras e lama. Nela há bares, restaurantes e camping, porém sofre com a ocupação desordenada, que compromete suas características primitivas. É mais frequentada no verão por turistas.
Distante apenas 50 metros da ES-010, a pequena enseada do Porto da Lama, ao contrário das demais, é de areias grossas e, devido a aterros de mangues, tem vegetação não nativa, mas também tem águas calmas e restinga e é pouco frequentada. Fica entre duas pontas de recifes, tem 250 metros de extensão e seu fundo é de areia e lama, servindo de ancoradouro para barcos pesqueiros na região, o que motiva o seu nome. Suas águas ficam claras no verão e turvas no inverno.
No interior do município, o Pico do Goiapaba-Açu, acessível pela rodovia ES-261, abriga um viveiro de mudas de plantas nativas e um laboratório de micropropagação de mudas de orquídeas, bromélias e plantas frutíferas.
O parque possui trilhas, mirantes naturais, cachoeiras, nascentes, vales e, como estrutura para atender visitantes, há um centro de eventos. Do alto, é possível ver várias cidades da região. Também é possível fazer turismo de aventura no parque, na forma de voo livre, parapente e enduro.
A cinco quilômetros da sede pela rodovia ES-261 em direção a Praia Grande, a cachoeira de Fundão ou do Jarrão reúne até 200 pessoas por dia aos fins de semana, sendo mais visitada no verão.
Fica num trecho pedregoso do Rio Fundão no sítio de Nilsinho, com várias quedas d’água de até um metro de altura e uma represa distante 150 metros delas. Tem um poço navegável de dez metros de largura e uma corredeira de 15 metros de largura e 500 metros de extensão.
Na represa, foram introduzidos robalos, cascudos, tucunarés, carpas, tilápias e camarões-da-malásia, que se reproduzem junto de taboas no mês de março, quando sua pesca não é permitida. Por causa do esgoto da cidade, a cachoeira não é propícia para o banho. No local há bar, suporte à pesca, área para acampamento e um antigo alambique em funcionamento.
Em Timbuí, a barragem da antiga usina hidroelétrica, situada a três quilômetros da BR-101, tem uma queda d’água de um metro de altura e pequenas corredeiras entre pedras. É própria para banho e pesca.
Na localidade de Duas Bocas, a quatro quilômetros da sede, fica a cachoeira do Salto, formada por uma antiga barragem de usina hidroelétrica com um metro de queda. Ela tem águas turvas e frias e uma margem com areias grossas, sendo favorável ao banho e outras atividades de lazer. Em outras áreas do município também há cachoeiras, como no rio Piabas.
Fundão é reconhecido pelo comércio à beira das rodovias. Desde o fim da década de 1960, barraquinhas vendem frutas às margens da BR-101, especialmente a mexerica poncã, constituindo um símbolo do município.
Também são vendidos os doces de dona Jandyra, entre os quais estão cocadas, geleias, licores (como de araçaúna, figo, banana, jenipapo, malva e pétalas de rosa e de cravo), picles, bolos, bombons e doces em calda e cristalizados, especialmente os cristalizados de jiló, mamão, goiaba, figo, tomate, cenoura, beterraba, jaca, laranja e jenipapo.
Na ES-261, em direção a Santa Teresa, fica o laticínio Lorena, que desde março de 1994 produz de modo artesanal queijos dos tipos frescal, minas, muçarela, provolone, palmitinho, bolinha e cabacinha.
São eventos anuais no município diversas festas católicas em bairros e comunidades rurais, as festas juninas, a Festa de Emancipação Política em julho, o réveillon e o carnaval em Praia Grande e as festas de São Benedito e São Sebastião em Timbuí (entre dezembro e janeiro) e em Fundão (em 20 de janeiro), em que se apresentam bandas de congo e há procissões. Estas últimas reúnem cerca de duas mil pessoas cada. Já houve, entre 1993 e 1997, a Festa da Mexerica, realizada no mês de maio.
Cachoeira do Jarrão
Uma ótima opção para quem quer se refrescar com a família. As piscinas naturais que se formam são uma delícia!
Contato: +55 27 99901-4267
Local: Zona Rural

Praia Enseada das Garças
Praia tranquila de areias finas e cor creme. Possui muita vegetação ao seu redor e alguns recifes em sua orla. Existem casas em frente à praia, sendo ela bastante frequentada pelos moradores. É um local apropriado para descansar e vislumbrar suas lindas paisagens.
As águas são límpidas e azuladas, mas há alguns trechos onde seu fundo é arenoso e cheio de lama, tanto é que esta parte da praia é conhecida como Porto da Lama. Não existe infraestrutura turística, mas nos arredores pode-se encontrar bares e restaurantes. Como faz parte da Área de Proteção Ambiental Costa das Algas existem regras específicas para quem deseja pescar, praticar turismo ou mesmo construir habitações próximo a orla.
Praia Grande
Com suas areias finas e mar com águas bastante calmas, a Praia Grande é a mais frequentada da cidade, sendo muito movimentada principalmente durante os períodos de alta temporada.
A praia Grande se apresenta como um local muito agradável, por ter todos os 5Km de extensão da sua orla sombreado por castanheiras, e por contar com diversos bares e restaurantes para atender a quem frequenta a praia.

Além disso, a praia costuma ser bastante procurada para os passeios de barcos à vela e por praticantes de determinados esportes náuticos, sobretudo a pesca submarina, bastante favorecida pelas águas claras da praia.
Como chegar: localizada no distrito de Praia Grande, na fronteira com o município de Serra, a praia Grande fica próxima das margens da rodovia ES-010, possuindo fácil acesso através dessa rodovia.
Praia do Rio Preto
Com areias finas, sendo cercada por castanheiras e pela vegetação típica de restinga, a praia do Rio Preto recebe esse nome por ficar localizada na desembocadura do Rio Preto.
A praia do Rio Preto se apresenta como um grande atrativo para a prática de surf devido as suas altas ondas, sendo procurada principalmente por surfistas da região.
Como chegar: a praia do Rio Preto está situada no distrito de Praia Grande, cerca de 90Km distante da sede Fundão; ficando no limite entre Fundão e o município de Aracruz.
Porto da Lama
Porto da Lama é uma pequena enseada formada por duas pontas de recifes cobertas pela vegetação de restinga.
A praia é caracterizada por suas águas calmas e areias grossas. A praia de Porto da Lama é utilizada principalmente pelos pescadores da região para ancorar os seus barcos.
Como chegar: o Porto da Lama fica localizada no distrito chamado Praia Grande, distando cerca de 85Km da sede do Fundão.

Parque Municipal do Goiapaba-Açu
O nome Goiapaba-Açu é de origem tupi e significa “grande morada das goiapabas”. Goipaba era como os índios que habitavam a região chamavam a fêmea do pássaro gaturamo.
Criada pelo decreto estadual nº 3.796-N, em 1994, a Área de Proteção Ambiental (APA) está localizada entre a região montanhosa e a baixada litorânea. A população residente é predominantemente rural, sendo a cafeicultura a principal atividade agrícola na região.
A APA abrange o Parque Natural Municipal de Goiapaba-Açú, que possui trilhas e mirante. Há registro de 133 espécies de aves, sendo duas ameaçadas de extinção (Campephilus robustus e Procnias nudicollis). O potencial de conectividade dos fragmentos florestais em seu entorno como a Reserva Biológica Augusto Ruschi, Estação Biológica de Santa Lúcia e Parque Natural Municipal de São Lourenço torna a área relevante para a formação do Corredor Ecológico Centro-Norte Serrano.
DADOS GERAIS
Área: 3.740 ha.
Municípios presentes: Fundão e Santa Teresa
Comunidades: Irundi/Três Barras, Piabas, Alto Piabas, Goiapaba-açu e Carneiros.
Bioma: Mata Atlântica
Domínio florestal: Floresta Ombrófila Densa
Pesque Pague do Jefinho
Pesque e pague Pesca esportiva Playground Restaurante
Piscina adulto e infantil (27) 99660-0616 Timbuí – Fundão.
Bandas de Congo
BANDA DE CONGO – SÃO SEBASTIÃO E SÃO BENEDITO
A banda de congo São Sebastião e São Benedito é uma das mais antigas da sede do município. Sua geração descende de diversos mestres como: Sergio dos Reis (in memorian), Aroldo Silva, Vitalino da Silva Cunha, Carlos Roberto da Silva Cunha, Agnaldo da Silva Cunha e por fim passou a ser comandada desde 2013 por uma geração de jovens que já frequentavam o Congo e assumiram o grupo e se revezam no apito até conseguirem firmar um desses no ofício de mestre.
A Banda de congo São Sebastião e São Benedito é uma das anfitriãs dos Tradicionais Festejos a São Sebastião e São Benedito em Fundão. O tradicional festejo ocorre nas segunda e terceira semana do mês de janeiro e é marcado pelo Encontro Regional de Bandas de Congo no apogeu dos Festejos na celebração do Ritual da Puxada do navio e Fincada do mastro. Neste dia as ruas da cidade de Fundão são tomadas de devotos, simpatizantes desfilando fé, tradição, memória e alegria pelas ruas da cidade.
A banda de congo já participou de diversos eventos, dentre os mais importantes estão: Os festejos a Caboclo Bernardo em Regência Augusta (Linhares), desfile da Identidade Capixaba (Vitoria/ES), Desfile de Bandas de congo em Roda D’água – (Cariacica) e o Encontro de bandas de congo no Convento de Nossa Senhora da Penha – Vila Velha.
A banda de congo São Sebastião e São Benedito através desta geração mantém viva o som dos tambores que nos remete a uma geração de Mestres, Congueiros, Casaqueiros e rainhas que marcaram a história do congo em Fundão.
BANDA DE CONGO – BANDEIRA 1
A Banda de congo Bandeira 1, localizada na rua Euclides Barcelos, é uma das mais importantes Bandas de Congo do município de Fundão. O grupo, segundo depoimentos, surge em Fundão dos Índios, povoado onde há registros dos primeiros festejos com bandas de congo no início da colonização do município, ainda antes de sua emancipação.
Dada a migração de famílias de Fundão dos Índios para Timbui no início do século XX, os integrantes mantêm a manifestação da congada no distrito. A banda realiza os Tradicionais Festejos a São Benedito e São Sebastião em Timbui, abrindo o calendário de eventos da cultura popular. A banda teve diversos Mestres em sua Trajetória sendo estes: Jacó Lagharsse, José Noel, João Benedito Lagharsse (Dango), Antonio Freitas, todos in memorian. Da mesma forma duas importantes patronas elevaram o grupo culturalmente e são de muita importância na sua constituição histórica, são Verônica da Vitoria Vieira (Dona Peronia) e Maria Benedita da Vitoria Vieira (dita) ambas – in memorian.
Atualmente a banda é comandada pelo Mestre Manoel Benedito lima cuja trajetória no grupo lhe rendeu prêmio de Mestre Amorjo do Folclore Capixaba.
A banda de congo Bandeira 1 é anfitriã dos Tradicionais Festejos de São Benedito em Timbui – Encontro Regional de bandas de congo evento que ocorre no apogeu dos festejos no dia 1º de janeiro. É presença marcante em diversos festejos como o Encontro de bandas de congo nos festejos ao Herói Caboclo Bernardo em Regência Augusta – Linhares, no carnaval de congo de Roda d’água em Cariacica e no Encontro da identidade Capixaba.
A banda possui cerca de vinte componentes e é coordenada pelos irmãos: Dion Kenedes Pereira e Diana Aparecida Pereira, rainha que carrega a Bandeira da Banda de congo cuja força e tradição a torna uma das mais belas bandas de congo de nosso cenário cultural.
BANDA DE CONGO KONFOGO
Banda de congo criada no início deste século, no mesmo local onde no início do século passado Orêncio Rodrigues também comandava uma Banda de congo.
O fato significativo é que de forma muito espontânea a comunidade da rua Coronel Hermínio (vulgo Rua do fogo) na cidade de Fundão abraça a criação deste grupo mesmo sem conhecer o antigo mestre. A Banda de congo Konfogo foi uma das últimas bandas dentre estás que estão na Associação a fazer parte da mesma.
A banda é uma das anfitriãs dos Tradicionais Festejos a São Sebastião e São Benedito – Encontro Regional de Bandas de congo em Fundão. Já passou pelo grupo mestre como Aroldo Silva e atualmente Carlos Roberto da Silva Cunha (Carlinhos) comanda o apito. O mestre Carlinhos é discípulo do Mestre Aroldo Silva.
A banda de congo já participou de diversos eventos, dentre os mais importantes estão: Os festejos a Caboclo Bernardo em Regência Augusta (Linhares), Festa de São Benedito em Aparecida São Paulo, Desfile da Identidade Capixaba (Vitoria/ES), Desfile de Bandas de Congo em Roda D’água – (Cariacica) e o Encontro de bandas de congo no Convento de Nossa Senhora da Penha – Vila Velha.
A Konfogo cumpre mais do que os rituais de Festejos. Ela mantém viva o legado da Tradição e da memória deixada pelo honroso Mestre Orêncio Rodrigues na também tradicional Rua do fogo.
BANDA DE CONGO MIRIM SÃO BENEDITO – TIMBUÍ/FUNDÃO
Entre as décadas de 1970 e 1980 surgia uma importante iniciativa para preservação e fomento do congo em Timbui, distrito de Fundão. A banda de congo mirim São Benedito é uma das mais antigas do ES.
A idéia surgiu com o morador Sr. Floriano Médici (in memoriam) que, vendo crianças pegando latas de leite em pó e óleo de soja, entre outros materiais, para tocar como se fosse tambor, teve a ideia de criar uma banda de congo mirim.
Então, sugeriu à Mestra Maria Benedita da Vitoria (in memoriam), rainha da banda de congo Bandeira 1 e sua Mãe Verônica da Vitoria Vieira, matriarca e também rainha do congo adulto, para formar a banda de congo. A
banda formou diversos congueiros na Rua Euclides Barcelos, vulgo (Buraco quente), se transformando numa das maiores ações de Fomento na formação cultural do município. Essas formações fortaleceram a banda de congo Bandeira I.
A banda de congo mirim São Benedito recebeu essa denominação pela sua coordenadora Dona Benedita (dita), que após o falecimento de Perônia conduziu a banda até o ano de 2012, formando rainhas, congueiros, casaqueiros e mestres durante esses quarenta anos de sua existência.
A banda de congo mirim São Benedito participa de diversos eventos, como a vista a Bandeira, um dos ritos dos festejos de São Benedito em Timbui. Externamente o grupo participa do encontro de Bandas de congo mirim em Serra ES, do encontro de bandas de congo em Regência Augusta na festa do Caboclo Bernardo, em eventos cívicos e na universidade Federal do ES.
Suas integrantes participaram de uma exposição fotográfica realizada pela Pró reitoria de extensão da UFES. O grupo é uma importante frente de resistência na manutenção das tradições do congo no município de Fundão.

Tradicionais Festejos de São Benedito e São Sebastião – Timbuí
Considerado um dos eventos mais importante da Cultura Popular do município de Fundão e um dos maiores com bandas de congo realizado no ES, o encontro Regional de Bandas é um evento incorporado aos Tradicionais Festejos a São Sebastião e São Benedito em Timbui, Fundão e Três Barras.
O evento acontece no Ritual da Puxada do navio e Fincada do Mastro, quando as bandas de congos anfitriões dos festejos e filiadas a Associação das Bandas de Congo de Fundão recebem as bandas de congo de diversas cidades do ES.
A cidade de Fundão sempre recebeu bandas de congo vinda de outros municípios para suas festas, entretanto no ano de 2001, o então diretor de cultura do município, após diagnosticar diversas agressões ao patrimônio imaterial da cultura, resolveu chamar a atenção dos grupos locais e da comunidade Fundãoensse para salvaguardar essa riqueza de nossa cultura Popular.
O evento acabou sendo um marco na cidade. No primeiro evento Fabio Samora reuniu cerca de vinte bandas de congo, apesar dos problemas, o som em profusão chamou a atenção das autoridades municipais e da comunidade e o debate se abriu em defesa das tradições, memórias e identidade do nosso Município. Em 2004, no intuito desta defesa e preservação das bandas de congo local e dos festejos cria-se a Associação das bandas de congo de Fundão. Juntou-se a Fabio Samora a cidadã Lucia de Fátima Barbosa Netto, que se tornou uma ativista cultural do congo com trabalhos relevantes pela cultura.
Esposa do festeiro João Benedito Palauro Netto, Fátima tornou-se uma importante produtora dos Encontros Regionais de Banda de Congo, que passou nos anos seguintes a ser realizado em Timbui e nos últimos anos também em Três Barras.
Grandes Mestres da cultura Popular do Espírito Santo desfilaram nas ruas de Fundão e Timbui, dentre estes nomes marcantes e inesquecíveis como: Domingos Ramos (Banda de congo São Bendito do Rosário de Pitanga – Serra), Alexandre Sizenando (Banda de congo – São Benedito Tupiniquim – Aldeia Caieiras velha) Reginaldo Salles (Banda de congo Amores da lua), Professor José Carlos (Banda de congo Konschaça), Astrogilda Ribeiro (Banda de congo São Benedito do Rosário – Vila do Riacho – Aracruz), todos in memorian.
Entre estes in memorian também temos os nossos Mestres e Rainhas deste município que participaram destes processo de Revitalização através do Encontro Regional de Bandas de Congo, podemos citar a personalidade marcante do mestre Albino Cassimiro dos Reis – Bino Cassimiro (Banda de Congo Irundi & Piabas), Maria Benedita da Vitoria Vieira – Dita (Congo mirim São Benedito e Bandeira I), Fabrício Lima (Congo Mirim São Benedito e Banda de congo Bandeira I), Santilha Miguel do Nascimento (Banda de congo São Sebastião e São Benedito e congo Konfogo), Geraldo Nieiro (congo Irundi& Piabas) – José Serafim (Festeiro da bandeira de São Benedito) José Serrano (festeiro condutor da Bandeira de São Benedito).
A honradez de Fábio Samora, João Benedito Palauro Netto, Manoel Benedito Lima, Diana Aparecida Pereira, Dion Kenedes Pereira, Paola Lagharsse, Rogéria Lagharsse, Wallace Alves Machado, Gildo Campos Pratti, Dezolina Demuner, Netto Mofardinni, Marlene Martins de Oliveira, Mestre Aroldo Silva, dentre tantas mãos que construíram o Encontro Regional de bandas de congo nestes vinte anos.
Distritos de Fundão e suas atividades econômicas
Fundão: É a sede do município, composta pelas seguintes comunidades: Alto Penha, Araraquara, Encruzo, Itaquandiba, Minitura, Munitura e Três Barras, que tem como as atividades fortes a cafeicultura, bananicultura e pecuária de leite.
Irundi
É a sede distrital das seguintes comunidades: Carneiro, Goiapaba-Açu, Irundi, Lampê e Piabas com predomínio da atividade de cafeicultura e bananicultura.
Praia Grande
É o distrito mais populoso depois da Sede. Devido a sua posição geográfica, é forte a exploração do turismo litorâneo e no interior prevalece a pecuária de corte extensiva.
Timbuí
É a sede distrital das seguintes comunidades: Fazenda Presidente e Timbuí. Na região é forte a presença de agroindústrias de derivados da mandioca, mas também há cultivo de café conilon e pecuária de leite.

VENDA DE MEXERICAS
A venda de mexericas à beira da BR-101 é uma cena que se repete há mais de 25 anos em Fundão. O aglomerado de barraquinhas às margens da rodovia ficou conhecido como “Shopping das Mexericas”. Mas, se depender de alguns moradores, a fama da cidade não se restringirá ao comércio da fruta. Aproveitando a proximidade entre mar e montanha, agroindústrias locais investem em produtos diferenciados para cativar os turistas.
Representada por um rebanho estimado em 2 mil vacas ordenhadas (segundo estatísticas de 2019 divulgadas no “Anuário do Agronegócio Capixaba”), a pecuária leiteira reflete na produção de queijos, iogurtes, ricota, manteiga e requeijão. E as novas paradas obrigatórias vão além do eixo central de Fundão, a exemplo da Rodovia Josil Espíndula Agostini, que liga a cidade a Santa Teresa, na região serrana do Espírito Santo.

ROTA DO QUEIJO
Laticínio Lorena, no km 03 da Rodovia Josil Espíndula Agostini, inaugurado há 28 anos pela família Totola Fosse. Os queijos são todos de fabricação própria, com destaque nas vendas para os tipos Minas, Frescal, Parmesão, Provolone e o Minas Premium, com cura diferenciada. Filha do casal pioneiro, Gabriela Fosse (38 anos) afirma que os principais clientes são os “passantes”, pessoas a trabalho, mas a maioria ainda são turistas a caminho das montanhas.
Rodovia Josil Espindula Agostni, km 2,5, Fundão – ES, 29185-000
+5527997788904
Onde se hospedar
Hotel Casarão
R. José Agostini, 183 – São José, Fundão – ES, 29185-000
(27) 99904-3252

Hotel Pousada dos Veleiros
Rodovia Vitória / Santa Cruz, 1500 Praia Grande, Fundão, Espírito Santo 29185-000 Brasil
(27) 3253-1500
City Hotel
Ao lado da ADG Veículos – R. Sezenando Braga, 29 – São José, Fundão – ES, 29185-000
(27) 98117-2514
Pousada Providência
Rua Antônio P Miranda, 45 – Centro, Fundão – ES, 29185-000• (27) 99957-6305

Pousada Canto da Lua
R. Acre, 1700 – Praia Grande, Fundão – ES, 29187-000 • (27) 3287-0336
Pousada da Aldeia
Av. Belo Horizonte, n° 39 – Praia Grande, Fundão – ES, 29187-000• (27) 99621-6544
Pousada Cheiro do Mar
29185-000, Av. Atlântica, 840-1030 – Praia Grande, Fundão – ES, 29185-000• (27) 99847-9757
Pousada Nativos
Crisântemos, s/n – Praia Grande, Fundão – ES, 29185-000 (27) 99971-3713
Praia Grande Hotel Turismo e Eventos
R. Tocantins, 1000 – Centro – Praia Grande, Fundão – ES, 29187-000• (27) 3253-1518
Pousada Aroeira Praia Grande
Pousada Aroeira – R. Nossa Sra. das Graças, 63 – Praia Grande, Fundão – ES, 29187-000• (27) 99915-4906 – (27) 3227-9245 – (27) 3227-9245
Pousada Praia Grande
Rod, ES-010, 489 – Praia Grande, Fundão – ES, 29187-000
(27) 99848-8005
Onde Comer
Moquem da Villa
Endereço: Rod Tancredo de A Neves – Praia Grande, Fundão – ES, 29187-000
Telefone: (27) 99520-0333
Passarela da Moqueca
Endereço: Av. Atlântica, 1912-1978 – Praia Grande, Fundão – ES, 29185-000
Telefone: (27) 3287-0336
Restaurante Xamego
Endereço: ES-010, 480 – Praia Grande, Fundão – ES, 29185-000
Telefone: (27) 99503-4637
Mar à Vista
Endereço: Rod. Santa Cruz, 795 – Praia Grande, Fundão – ES, 29185-000
Telefone: (27) 99767-4408
Casebrinho
Endereço: Av. Belo Horizonte, 500-544 – Praia Grande, Fundão – ES, 29185-000
Restaurante Pegoretti
Endereço: R. Everaldino Silva, 2 – Centro, Fundão – ES, 29185-000
Telefone: (27) 3267-2728

Casarão Lanchonete e Restaurante
Endereço: Avenida, R. José Agostini, 183, Fundão – ES, 29185-000
Telefone: (27) 3267-1376
Restaurante e Lanchonete Novo Sabor
Endereço: Passagem para BR, 101 – Agrim Correia, Fundão – ES, 29185-000
Telefone: (27) 99510-3513
Restaurante Sabor da Roça Fogão a Lenhá
Endereço: Próximo antiga usina – BR-101, km 231 – s/n, Fundão – ES, 29185-000
Telefone: (27) 99794-6894
Restaurante Ki Delícia
Endereço: R. Everaldino Silva – Centro, Fundão – ES, 29185-000
Telefone: (27) 99520-0439
Autoposto Fundão
Endereço: R. José Agostini, 204 – Centro, Fundão – ES, 29185-000

Festa da Tapioca está virando tradição
Realizada na Cabana do Matozo, no distrito de Timbuí, a comunidade se reúne e prestigia a tradicional Festa da Tapioca.
A Festa é um evento tradicional que celebra a cultura e, mais especificamente, a tapioca, um prato popular feito de massa de mandioca.
Durante o evento, a população pode encontrar uma variedade de pratos servidos pela tapioca, como: tapiocas recheadas com uma ampla gama de ingredientes, desde os recheios tradicionais, como queijo coalho e coco, até opções mais inovadoras e contemporâneas.
Além da comida, a Festa da Tapioca incluiu apresentações culturais, músicas ao vivo, danças tradicionais e atividades para famílias.
Orquídeas no Parque Goiapaba-açu
Mudas de orquídeas nativas da Mata Atlântica capixaba está no Laboratório de Reprodução Vegetal do Parque Municipal do Goiapaba-açu, localizado no distrito de Irundi, em Fundão.
























