As polícia Militar e Civil, com participação do Departamento Especializado de Investigações Criminais (Deic) e Notaer com o helicóptero Harpia 6, fecharam cerco, nesta quarta, 16, em busca de mais um envolvido no assassinato do Sargento Romania, morto dentro de um bar em Vitória.
O crime aconteceu no dia 16 de fevereiro e conforme apurado, um dos assassinos estaria se escondendo em Barra de São Francisco.
A ação ocorreu no início da noite desta quarta-feira, 16, nas proximidades da Vila Luciene. exatamente um mês após o assassinato.
Viaturas das polícia Militar, Civil e helicóptero Harpia 6 foram utilizados na busca e captura do suspeito Alex Gomes, um dos responsáveis pela morte covarde do Sargento.
O acusado foi localizado nas dependências de um bar, no bairro Vila Luciene, após incessantes buscas. Ele é o quarto dos cinco envolvidos no assassinato já capturados pela polícia.
Relembre o caso
O sargento foi executado na noite da quarta, 16 de fevereiro, quando assistia a uma partida de futebol em um bar, localizado no bairro Joana Darc, em Vitória. Ele teria sido reconhecido pelos criminosos por estar armado e foi atingido por três disparos: um na cabeça, um no pescoço e um na nuca.
Na noite da sexta-feira, 18, de fevereiro, um suspeito de participar da morte do sargento foi preso. Ele foi localizado em Itararé, na Capital, após passar pelo Cerco Inteligente de Segurança da prefeitura de Vitória.
O suspeito estava dirigindo o veículo que deu fuga para os criminosos no dia do ocorrido. Após a prisão, ele foi levado até a Divisão Patrimonial da Polícia Civil.
De acordo com o secretário de Segurança Pública do Espírito Santo, Alexandre Ramalho, as investigações começaram imediatamente após o crime. A princípio, o caso é tratado como latrocínio, mas nenhuma hipótese está descartada.
“Ele era um policial militar de muito valor. A princípio está sendo tratado como latrocínio. Aquele era um estabelecimento humilde e reúne moradores do local. O sargento estava ali com amigos e os suspeitos chegaram com pistolas. O sargento foi levado para a dispensa e, em fração de segundos, eles promovem três disparos. Não levam nada do estabelecimento, mas levaram a arma do sargento. É uma covardia”, disse Ramalho. (Da Redação com 11º BPM)




























