A Prefeitura de Barra de São Francisco, no Noroeste do Espírito Santo, divulgou nesta quarta-feira (4) o balanço das ações realizadas pela Vigilância Ambiental e pelo setor de Zoonoses durante o mês de fevereiro de 2026. O relatório aponta um esforço intensificado das equipes de campo no combate a doenças transmitidas por mosquitos, como dengue, zika e chikungunya.
De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, as equipes de inspeção e controle vetorial percorreram todas as regiões do município, realizando 5.025 visitas domiciliares ao longo do mês. Durante as vistorias, foram identificados 221 imóveis com focos de criadouros, sendo 183 com presença confirmada de larvas do mosquito.
Para conter a proliferação do vetor, 127 imóveis receberam tratamento focal com aplicação de larvicida, além do monitoramento de 40 pontos estratégicos, locais considerados de maior risco para o surgimento de focos do mosquito.
Ainda dentro das ações de combate às arboviroses, foram realizadas duas aplicações de inseticida com pulverizador de compressão em áreas consideradas prioritárias e dois mutirões de limpeza, com o objetivo de eliminar possíveis criadouros do mosquito transmissor.
Além do trabalho voltado ao combate ao mosquito, a Vigilância Ambiental e Zoonoses também atuou em outras frentes de saúde pública. Durante fevereiro, foram atendidas seis solicitações de moradores relacionadas ao aparecimento de escorpiões, com ações de captura e controle.
O relatório também aponta 11 testagens realizadas para diagnóstico de malária e oito exames de fezes para investigação de esquistossomose, sendo identificado um caso que recebeu início de tratamento.
Outro trabalho realizado foi o monitoramento científico por meio de 70 armadilhas do tipo “ovitrampas”, utilizadas para medir a densidade populacional de mosquitos e auxiliar na definição das estratégias de combate.
As denúncias feitas pela população também foram atendidas pelas equipes. Ao todo, oito solicitações foram registradas, das quais cinco já foram atendidas pelos agentes responsáveis. (Da Redação com Secom/PMBSF)






















