
A reação dos setores Comércio e Serviços, proporcionou um saldo positivo de 35 empregos formais em Barra de São Francisco no mês de julho, segundo os dados do novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho.
Dos cinco setores pesquisados, dois – Construção Civil e indústria – tiveram mais demissões do que contratações e o setor Agropecuário não teve registros.
No mês de junho, dos cinco setores pesquisados, três – construção civil, comércio e serviços – apresentaram resultados negativos e apenas a indústria teve superavit de empregos no mês.
O Comércio (+1,29%), teve 97 contratações e 71 demissões, com saldo positivo de 26 vagas. Já o setor de Serviços (+1,54%) registrou 55 admissões e 35 demissões restando um saldo de 20 novos empregos.
Na construção civil (-7,89%) a situação piorou em relação a junho, embora o setor esteja aquecido. Analistas consultados pela nossa reportagem apontam a grande informalidade no setor para justificar o resultado negativo. Foram feitas 6 contratações e promovidas 12 demissões no setor.
A indústria, que teve saldo positivo de +1,38% (34 contratações a mais do que demissões em junho), no mês passado voltou a demitir. O setor admitiu 97 trabalhadores e demitiu 84 em julho.

No ano – Desde o início do ano até o final de julho, o município gerou 273 admissões a mais do que demissões. Foram 1.503 contratações e 1.230 demissões.
Nesse período, apenas o setor de Construção Civil aponta retração no número de vagas. Foram 26 admissões e 52 desligamentos, com saldo negativo de 26 empregos.

No Estado – Em todo o Espírito Santo foram gerados 3.946 novos empregos formais em julho. Os setores Comércio (1.789 empregos novos) e Serviços (2.366 novas vagas) foram responsáveis pelo desempenho positivo da geração de empregos formais no Estado, assim como em Barra de São Francisco.
De janeiro até julho foram gerados 33.877 novos empregos no Estado, com destaque para o setor de Serviços, que gerou 14.861 empregos novos.
A Indústria vem em seguida, com 8.353 novos contratados e a indústria o Comércio teve saldo de 6.124 vagas.

Brasil – O Brasil registrou um saldo de 316.580 novos trabalhadores contratados com carteira assinada em julho de 2021. O saldo é o resultado de um total de 1.656.182 admissões e 1.339.602 desligamentos. De acordo com o Novo Caged, divulgado hoje pelo Ministério do Trabalho, o salário médio de admissão caiu 1,25% na comparação com o mês anterior, situando-se em R$ 1.801,99.
No acumulado do ano, o país registra saldo de 1.848.304 empregos, decorrente de 11.255.025 admissões e de 9.406.721 desligamentos. O estoque nacional de empregos formais, que é a quantidade total de vínculos celetistas ativos, relativo a julho ficou em 41.211.272 vínculos, o que representa uma variação de 0,77% em relação ao estoque do mês anterior.
Regiões e Estados
A Região Sudeste foi a que gerou mais postos de trabalho. O saldo positivo ficou em 161.951 vagas, o que corresponde a um aumento de 0,77% ante a junho. No Nordeste foram criados 54.456 postos (+0,83%); na Região Sul o saldo também ficou positivo (42.639 postos, +0,55%), a exemplo do Centro-Oeste (+35.216 postos, +1,01%) e do Norte (+22.417 postos, +1,18%).
São Paulo foi o Estado que registrou o maior saldo positivo, com 104.899 novos postos de trabalho (+0,82%, na comparação com junho), seguido de Minas Gerais (+34.333 postos; +0,79%); e Rio de Janeiro: (+18.773 postos; +0,58%).
Já as unidades federativas com o menor saldo foram o Acre (806 novos postos; crescimento de 0,90% ante ao mês anterior); Amapá (saldo de 794 postos; +1,17%); e Roraima: (saldo de 332 postos; crescimento de 0,55%).
Salário médio de admissão
O salário médio de admissão em julho de 2021 (R$ 1.801,99) apresenta uma queda real de R$ 22,72 na comparação com junho de 2021. A variação corresponde a um percentual de -1,25%.
Na indústria de transformação, a queda do valor médio de admissão (-1,69%) resultou em um salário inicial de R$ 1.767,15. No setor de construção, a queda (-0,65%) fez com que o salário médio inicial registrado ficasse em R$ 1.848,81. Já a queda do salário médio de admissão do setor de serviços ficou em -1,49%. Com isso, o salário médio inicial do setor está em R$1.965,68. (Da Redação com Agência Brasil)
























