A Polícia Militar de Água Doce do Norte, compareceu no início da noite deste domingo, 15, no Centro de Saúde de Água doce do Norte, por solicitação da médica plantonista Roberta Blunck, que alegou que uma criança de colo estaria sem os sinais de pulso e reflexos vitais.
A Polícia Militar solicitou a presença da perícia médica para que exames fossem realizados na criança, logo em seguida o casal foi encaminhado para o DPJ de Barra de São Francisco, de onde foram liberados em seguida para cuidar dos procedimentos de velório e sepultamento da criança.
Bruno Henrique Alvarenga, 9 meses de idade, teria sido encaminhada para o Centro de Saúde de Água Doce do Norte, pelos pais Amanda Pereira e Wilker Sigesmundo.
De acordo com as informações passadas ao site Portal ADN, Wilker se encontrava na sala de casa com sua filha, enquanto o bebê estava no berço durante o instante em que Amanda havia se dirigido ao banheiro da residência para tomar banho.
Em questão de minutos, Wilker teria ouvido um barulho, e se dirigido rapidamente até o quarto onde a criança estava, quando deparou com seu filho engasgando e vomitando muito pela boca e pelo nariz.
O desespero tomou conta dos pais, que imediatamente se dirigiram até o Centro de Saúde de Água Doce do Norte no intuito de salvar a vida de Bruno.
Pelas informações que chegaram ao site Portal ADN, a criança chegou no Centro Médico já sem vida, e ao ser atendida pela médica de plantão, os pais relataram o fato ocorrido e logo em seguida receberam a confirmação da notícia de que Bruno havia falecido.
“A princípio, imaginamos que no desespero de salvar a vida de Bruno, os pais certamente fizeram o que era possível diante dos fatos, possivelmente tentaram impedir o engasgamento segurando a criança de forma desgovernada, e por conta disso alguns hematomas foram identificados no corpo de Bruno durante o atendimento médico”, disse a médica.
Mas em uma conversa com o tio de Bruno, Raiker Sigesmundo, ele informou que recentemente o bebê teria caído da cama, e na ocasião ele teria adquirido marcas (roxo) no pescoço e na barriga, além de um caroço na cabeça e uma fratura na perna que o deixou com a perninha engessada por vários dias.
No entanto, por recomendação da médica, Roberta Blunck, a possibilidade de estrangulamento não foi descartada por parte dos pais, e por conta disso a Polícia Militar foi convidada a comparecer no local e coletar todas as informações necessárias, além da perícia médica.
O corpo de Bruno segue em Colatina aguardando a liberação do DML, o velório será na Igreja Presbiteriana de Monte Sinai (Vermelha), e o sepultamento ainda não tem hora marcada. (Da Redação com Portal ADN)

























