
Barra de São Francisco fechou o mês de junho com 48 empregos formais a menos do que em maio, segundo o Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério da Economia. O relatório foi divulgado nesta quinta-feira, 28 de junho.
Em todo o Espírito Santo, o estoque de empregos em junho aumentou em 2.974 vagas e no país foram mais 277.944 empregos formais. (Leia mais abaixo).
Em Barra de São Francisco foram promovidas 230 contratações contra 278 demissões naquele mês. Apenas os setores de Construção Civil e Serviços tiveram saldo positivo: No setor de Serviços foram 76 admissões e 75 desligamentos, com saldo de 1 vaga (+0,07%), já na Construção, foram 3 contratações e 2 demissões.
A Indústria teve o pior desempenho no município, com 80 contratações e 109 demissões, uma diminuição de 29 empregos formais (-1,23%).
O Comércio vem em seguida com 67 admissões e 87 demissões, saldo negativo de 20 empregos (-0,96%).

No ano – De janeiro a junho, o município ainda tem um saldo positivo de 53 empregos formais, crescimento de 0,88% em relação ao ano anterior.
Durante os seis primeiros meses de 2022 foram gerados 1.521 empregos com carteira assinada e feitos 1.468 desligamentos.

No Estado – O Espírito Santo apresentou saldo positivo de 2.947 empregos (+0,37%) em junho deste ano. Foram 39.028 novos empregos formais e 36.081 desligamentos.
Os setores de Serviços (2.470 novas vagas) e o Comércio (1.001 empregos novos) foram os principais responsáveis pelo desempenho positivo da geração de empregos formais no Estado em junho.
O fim da colheita do café provocou uma queda de 1.183 empregos formais na Agropecuária.

No ano – No primeiro semestre do ano, o Estado apresentou saldo positivo de 32.482 empregos formais (4,20%). O setor de Serviços responde por 53.05% dos novos empregos. Foram geradas no setor, em 2022, 17.233 empregos novos.
Brasil tem saldo de 277.944 empregos
O Brasil fechou o mês de junho com um saldo de 277.944 empregos com carteira assinada, segundo balanço do Novo Caged. O saldo de junho foi resultado de 1.898.876 de contratações e 1.620.932 desligamentos.
Já o estoque total de trabalhadores celetistas aumentou 0,67% em relação ao resultado de maio deste ano, passando de 41.729.858 para 42.013.146.
Na média nacional, os salários iniciais pagos a quem foi admitido em um novo emprego em maio foi de R$ 1.922,77. Comparado ao mês anterior, houve acréscimo real de R$ 12,99 no salário médio de admissão, uma variação em torno de 0,68%.
No acumulado do ano, foi registrado saldo de 1.334.791 empregos, decorrente de 11.633.347 admissões e de 10.298.556 desligamentos (com ajustes até junho de 2022).
Durante entrevista coletiva para apresentar os dados de junho, o ministro do Trabalho e Previdência, José Carlos Oliveira, disse que o resultado no acumulado do ano já está próximo da meta definida pelo governo para 2022.
“Tínhamos feito uma meta em janeiro de chegar ao final do ano de mais ou menos 1,5 milhão de novos empregos criados. Em seis meses já temos quase esse número. Então é possível a gente sonhar que no final do ano a gente vai ter um resultado extremamente positivo”, disse. “Via de regra, no segundo semestre de cada ano há um aquecimento na criação de novos empregos. Então, entendo sim que podemos ficar otimistas e chegaremos a um número significativo no final de 2022”, acrescentou.
Atividades
Os números mostram que, no mês de junho, os cinco grupamentos de atividades econômicas apresentaram saldo positivo, com destaque para o setor de serviços, com a geração de 124.534 novos postos de trabalho formais, distribuídos principalmente nas atividades de informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias e administrativas (65.827 postos).
O Comércio fechou o mês com 47.176 novos postos, a Indústria geral criou 41.517 postos, concentrados especialmente na Indústria de transformação, que gerou 37.986 postos. Na sequência vêm o setor de agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura, que gerou 34.460 postos. A Construção fechou o mês com 30.257 novos postos.
Trabalho intermitente e em regime parcial
Em junho, o Novo Caged registrou 23.483 admissões e 16.093 desligamentos na modalidade de trabalho intermitente, gerando saldo de 7.390 empregos criados.
No mês, 5.640 estabelecimentos contratantes e 242 empregados celebraram mais de um contrato na condição de trabalhador intermitente.
Em relação ao trabalho em regime de tempo parcial, foram registradas 19.040 admissões e 16.398 desligamentos, um saldo de 2.642 empregos. Foram registrados 8.773 estabelecimentos contratantes e 48 empregados celebraram mais de um contrato em regime de tempo parcial.
Regiões
Em junho, as 27 unidades federativas fecharam o mês com saldo positivo de empregos. Os destaques são: São Paulo, com 80.267 postos; Minas Gerais, com 31.092; e Rio de Janeiro, com 22.922 postos.
Os Estados com menor saldo registrado foram o Amapá, que apresentou um saldo positivo de 869 postos; depois vêm Sergipe e Roraima que apresentaram saldo positivo de 848 postos e 529 postos, respectivamente.
Entre as regiões, a Sudeste fechou fevereiro com 137.228 novos postos. Na sequência vem o Nordeste, com 52.122 postos; Centro-Oeste, 34.263 postos; o Sul, com 31.774 postos; e a Região Norte, com 21.780 postos. (Da Redação com Novo Caged/MTE)
























