A Secretaria de Estado da Saúde do Espírito Santo (Sesa) disse que, assim que o Ministério da Saúde disponibilizar o imunizante, será iniciada a vacinação contra Covid-19 do público infantil que tem entre cinco e 11 anos.
A previsão do governo estadual é que a vacinação seja iniciada a partir do dia 15 de janeiro, priorizando crianças com comorbidades.
Para a vacinação, não será exigida prescrição médica e a dose usada será da Pfizer.
De acordo com a Sesa, o grupo é constituído de 393.089 pessoas no Estado.
Em Barra de São Francisco, existem 4.484 alunos das redes municipal e estadual dentro da faixa etária. No entanto, as creches, por exemplo, tinham 664 matriculados em 2020, segundo o site qedu.org.br, mas, são poucos os alunos com 5 anos ou mais.
Na Educação Infantil (pré-escolar), havia em 2020 1.069 crianças que se encaixam na faixa etária que será alvo da vacinação.
Por fim, nos anos iniciais 1, havia 2.751 estudantes matriculados nas escolas do município.
O secretário estadual de Saúde, Nésio Fernandes, falou sobre o assunto em coletiva de imprensa esta semana.
“Estamos pendentes da definição concreta da quantidade de doses que vamos receber neste momento. O grande prejuízo da vacinação de crianças no Brasil não se deu pela aprovação tardia da vacina da Pfizer para crianças de cinco a 11 anos, mas, principalmente, pela não autorização da vacina da CoronaVac para crianças dessa faixa etária. A CoronaVac já tem disponibilidade em todos os estados para aplicação imediata”, ressaltou.
Vacinação de crianças
O Ministério da Saúde divulgou nesta quarta as regras para a vacinação de crianças de cinco a 11 anos – e abriu mão da exigência de receita médica para imunização dessa faixa etária.
Segundo o ministério, o primeiro lote de vacinas pediátricas deve chegar ao país no próximo dia 13. A distribuição aos estados começará a ser feita no dia seguinte, se o cronograma for cumprido – o que permitiria o início da vacinação nos municípios entre os dias 14 e 15 deste mês.
De acordo com o governo, a vacinação infantil ocorrerá:
em ordem decrescente de idade (das crianças mais velhas para as mais novas), com prioridade para quem tem comorbidade ou deficiência permanente e para crianças quilombolas e indígenas;
sem necessidade de autorização por escrito, desde que pai, mãe ou responsável acompanhe a criança no momento da vacinação;
com intervalo de oito semanas – um prazo maior que o previsto na bula, de três semanas.
Apesar de não exigir a receita médica, o Ministério da Saúde disse orientar que os pais “procurem a recomendação prévia de um médico antes da imunização”.
(Da Redação com g1 Espírito Santo e Secom/ES)






























