A Câmara de Vitória formalizou, na manhã deste sábado (4), a transmissão do cargo de prefeito da capital copixaba para a empresário Cris Samorini (PP).
O ato foi no gabinete do presidente da Câmara, vereador Anderson Goggi (Republicanos), com a presença do ex-prefeito Lorenzo Pazolini e do presidente do Republicanos, Erick Musso.
Pazolini renunciou ao cargo para o qual foi reeleito em 2024 para ficar desimpedido para concorrer a um mandato majoritária em outubro – governador ou senador.
ESTATÍSTICAS
Dos quatro maiores colégios eleitorais do Estado, três deles tiveram prefeitos reeleitos em 2024 – Vitória, Cariacica e Vila Velha – e o outro foi equivalente – Serra.
Arnaldinho, de Vila Velha, teve a maior votação nominal no segundo maior colégio eleitoral do Estado: 193.451 votos (79,04%). O município tinha 345.228 eleitores em 2024.

Euclério Sampaio, que sequer pôde votar em si mesmo, porque estava na UTI nas duas últimas semanas da campanha, foi proporcionalmente o mais votado: 88,41% com 168.771 votos em Cariacica, terceiro maior colégio eleitoral: 278.170 eleitores em 2024.
Proporcionalmente, Pazolini foi quem teve o desempenho mais baixo, apesar de adversários enfraquecidos: teve 105.599 votos (56,22% dos votos válidos).
Vitória contava 266.570 eleitores em 2024, ou seja, 160.971 (60,38%) não votaram na reeleição de Pazolini.
O estreante Weverson Meireles, na Serra, superou Pazolini. O escolhido de Sérgio Vidigal emplacou 138.071 votos (60,48%) no maior colégio eleitoral do Estado: 362.524 eleitores em 2024
Outro que quase concorreu sozinho foi Wanderson Bueno, de Viana. Bueno foi reeleito com 37.587 votos (92,49%). Viana tem o segundo menor colégio eleitoral da Grande Vitória: 54.289 em 2024. (Da Redação)

























