Os eleitores de Portugal frearam o avanço da extrema direita na Europa ao darem ao candidato socialista José Seguro (PS) uma contundente vtória sobre André Ventura (Chega).
O resultado provocou repercussão em vários jornais do mundo e o The Guardian chamou Seguro de um político moderado escolhido por 66,82% dos votos contra 33,18% de Ventura.
No Brasil, o presidente Lula saudou a “vitória da esquerda” com uma mensagem nas redes sociais. Outras lideranças progressistas também comemoraram. Seguro estava há 10 anos fora da política.
“Menino simples, filho de pais trabalhadores, (…) que aprendeu a honestidade e o valor da palavra dada”, que acredita que “Portugal merece sempre mais e que as pessoas merecem sempre o melhor”, disse Seguro sobre si mesmo.
Diz continuar a pensar igual: “Sou o mesmo de sempre. Sou um de vós. Sou um de nós.”
Acrescenta que a vitória é de todos os que “acreditaram” e que defendem que o país não deve deixar ninguém para trás.
Missão que os portugueses me confiaram: ser o seu Presidente da República. O Presidente de todos, todos, todos os portugueses. Os que votaram em mim, os que fizeram outra opção e os que ainda não votaram.”
Portugal, como vários países europeus, vive uma era de repulsa por imigrantes, muito disso insuflado por políticos de extrema direita. (Da Redação com Público)




























