Manifestantes deram as costas e abandonaram o Monte Hertz, onde o primeiro-ministro discursava. “Não tenho uma sepultura para onde ir, devolva-os”, implorou Doris Liber, mãe do refém assassinado Guy Iluz. “O sangue deles está em suas mãos”, dizia um cartaz diante de Gallant, no cemitério militar em Tel Aviv.



























