Um homem de 26 anos, que não teve a identidade divulgada, morreu após ser baleado no meio da rua na noite desta terça-feira, 18, no centro de Pinheiros. De acordo com levantamento do portal A Gazeta, até esta morte, a região norte do Espírito Santo já tinha registrado nove homicídios este ano. Portanto, é o 25º homicídio em um espaço de apenas 19 dias.
Segundo a Polícia Militar, uma pessoa foi pessoalmente na 19ª Companhia da cidade e relatou que havia acabado de acontecer uma tentativa de homicídio por arma de fogo contra um indivíduo na região central da cidade. Os militares se deslocaram ao local onde foram informados que a vítima havia sido socorrida para o Hospital do Município.
No Hospital, os policiais foram informados que a vítima foi a óbito assim que deu entrada na unidade.
Em nota, a Polícia Civil informou que o caso seguirá sob investigação da Delegacia de Polícia de Pinheiros. Até o momento nenhum suspeito foi detido e detalhes da investigação não serão divulgados, por enquanto.
O corpo da vítima foi encaminhado para o Serviço Médico Legal (SML) de Linhares, para ser necropsiado e, posteriormente, liberado para os familiares.
Número de mortes na região já supera 2021
A reportagem de A Gazeta publicou esta semana que já foram registrados na região norte do Estado apenas nas duas primeiras semanas de 2022, um número maior do que o registrado no mesmo período do ano passado. De acordo com o painel de homicídios da Secretaria de Estado da Segurança Pública e Defesa Social (Sesp). Nove homicídios foram registrados até o dia 16 de janeiro de 2021.
Segundo o painel, 9 homicídios foram registrados na região Noroeste este ano. No mesmo período do ano passado foram 8.
Baixo Guandu lidera as estatísticas com três mortes. Veja a lista:
Já foi registrado na região Noroeste do Estado apenas nas duas primeiras semanas de 2022, um número maior do que o registrado no mesmo período do ano passado. De acordo com o painel de homicídios da Secretaria de Estado da Segurança Pública e Defesa Social (Sesp). 9 homicídios foram registrados até o dia 16 de janeiro de 2021.
Segundo o painel, 9 homicídios foram registrados na região Noroeste este ano. No mesmo Período do ano passado foram 8.
ASSASSINATOS EM COLATINA E BAIXO GUANDU
Jeferson Costa Ramos, de 25 anos, foi assassinado com 3 tiros na cabeça na tarde de sábado, 15. O crime aconteceu na comunidade de Reta Grande, interior de Colatina. Menos de 24 horas antes, na tarde de sexta-feira, 14, Carlos Alberto dos Santos foi morto a tiros dentro de sua casa no bairro Barbados, também em Colatina, enquanto estava em um churrasco com a família.
Em Baixo Guandu já são três assassinatos em 2022. O primeiro do ano foi no dia 3, quando um jovem de 27 anos foi encontrado morto, com marcas de tiros na cabeça. Na segunda-feira da semana passada, 10, Fernando Resendo Xavier, 34 anos, foi assassinado a tiros no meio da rua, no bairro Santa Mônica. O último homicídio na cidade foi na quinta-feira, 13, Leni Dettmann, de 50 anos, foi morto enquanto caminhava na BR 259.
O QUE DIZ O SECRETÁRIO DE SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA SOCIAL
Segundo o Secretário de Segurança Pública e Defesa Social, Alexandre Ofranti Ramalho, diz que a maioria dos crimes que ocorreram na região Noroeste tem ligação com o tráfico de drogas.
O secretário aponta que os índices de homicídio no início do ano tem uma explicação: “Toda a vez que os presos recebem algum benefício da saidinha de fim de ano, como foi o Natal e o ano novo, nós temos um reflexo muito grande da segurança na segurança pública. Até o número de prisão efetuada aumenta, por que os mesmos indivíduos acabam retornando para o sistema prisional”.
Homicídios na região noroeste
Baixo Guandu – 3
Colatina – 2
Vila Valério – 1
Nova Venécia – 1
Barra de São Francisco – 1
São Gabriel da Palha – 1
Segundo o Secretário de Segurança Pública e Defesa Social, Alexandre Ofranti Ramalho, diz que a maioria dos crimes que ocorreram na região Noroeste tem ligação com o tráfico de drogas.
O secretário aponta que os índices de homicídios no início do ano tem uma explicação: “Toda a vez que os presos recebem algum benefício da saidinha de fim de ano, como foi o Natal e o ano novo, nós temos um reflexo muito grande da segurança na segurança pública. Até o número de prisão efetuada aumenta, por que os mesmos indivíduos acabam retornando para o sistema prisional”. (Da Redação com ES Fala e A Gazeta)

























