
Weber Andrade
A nova Rodoviária de Barra de São Francisco terá um investimento de cerca de R$ 44 milhões e abrigará um edifício-garagem com 268 vagas de estacionamento. A informação foi avançada pelo prefeito Enivaldo dos Anjos em entrevista à FM dos Anjos (87.0), na última sexta-feira, 5. Ele não de mais detalhes sobre o estacionamento, que poderá ser no subsolo do terreno, por cima da rodoviária ou nos dois.
Enivaldo salienta ainda que este não será o único estacionamento a ser construído pela Prefeitura.
“Vamos buscar parcerias para construir novos estacionamentos na região central, como forma de retirar os veículos das ruas e contemplar a mobilidade urbana. Estamos preparando Barra de São Francisco, que já tem cerca de 47 mil habitantes, para ser uma cidade de médio portem em breve”, destaca.
De acordo com o prefeito, os recursos virão de uma parceria com o Governo do Estado e, se necessário, com complementação da Prefeitura de Barra de São Francisco, que espera arrecadar cerca de R$ 7 milhões com a venda de dois imóveis no centro a sede da prefeitura e o prédio onde funcionava a Câmara Municipal – na rua Desembargador Danton Bastos, esquina com a avenida Edson Henrique Pereira (Edinho Pereira).
“O projeto (da Rodoviária) já está pronto, foi feito por uma empresa do Rio Grande do Sul e vamos apresenta-lo em breve à sociedade francisquense. Nossa intenção era apresentar o projeto e o convênio com o Governo do Estado agora em agosto, mas, devido ao período eleitoral, teremos que esperar mais um pouco”, explica dos Anjos.
Ainda segundo o prefeito, o leilão dos imóveis municipais ocorrerá ainda este mês, em pregão eletrônico e a data deverá ser divulgadas nos próximos dias.
Calçadão
“Se os recursos do Estado forem suficientes, mas usar o dinheiro da venda dos imóveis para fazer o calçadão na avenida Jones dos Santos Neves e também na avenida Edinho Pereira. Algumas pessoas insistem em criticar a ampliação das calçadas no centro da cidade, mas, esta é uma obra muito importante para a mobilidade urbana, é uma tendência mundial, oferecer espaço para o cidadão. Hoje as pessoas acabam tendo que sair das calçadas para o leito das avenidas e ruas porque elas mal cabem duas pessoas circulando juntas”, observa.
























