
Choro e ranger de dentes. A expressão bíblica cabe direitinho como definição do comportamento da massa de torcedores do Flamengo em Barra de São Francisco, no início da noite deste sábado, 27, após a derrota para o Palmeiras por 2 x 1 e a perda de mais um título sob o comando de Renato Gaúcho. Os flamenguistas já haviam sofrido um revés na Copa do Brasil, contra o Athletico-PR e devem termina o ano apenas como campeão carioca.
Andreas Pereira, que ‘entregou o ouro’ ao sair jogando e perder a bola para Deyverson foi o mais cobrado, apesar de ter sio considerado o melhor do Flamengo em campo, até o erro fatal.
Renato Gaúcho também não foi poupado. Chegou ao Rubro-negro arrasando, com goleadas constantes e termina o ano arrasado, com chance mínima de título brasileiro.
“O Flamengo jogou sem raça, sem vontade, de salto alto”, definiu um torcedor aos prantos, no centro da cidade, onde um barzinho acomodava mais de 100 rubro-negros com a camisa do time. Foi, talvez, a melhor definição do Flamengo de Renato Gaúcho até agora.
A volta de Jorge Jesus foi pedida por muitos. Mas, o time de 2019, que conquistou quase tudo que podia, não volta mais. E nem Jorge Jesus parece estar disposto a voltar ao Brasil, apesar da situação do Benfica, que pode ficar fora dos mata-matas da Liga dos Campeões da Europa.

Palmeirenses soltam fogos e zoam
Se os flamenguistas foram dormir aturdidos e atordoados, os palmeirenses aproveitaram o momento e, embora, a torcida do Porco em Barra de São Francisco seja mínima, em relação à do Flamengo, seguiu comemorando e soltando foguetes até depois da meia-noite.
O Palmeiras chegou a São Paulo ainda na madrugada deste domingo, 28, às 3h50, e os jogadores encontraram uma multidão eufórica na frente do CT do clube, na zona oeste de São Paulo.
Os jogadores subiram no teto dos ônibus e saudaram os torcedores – alguns ficaram seis horas esperando os ídolos. Houve forte queima de fogos, acompanhada por gritos de “tricampeão”. Depois, os atletas subiram em um trio elétrico.
Às 3h15, feitos os procedimentos de entrada no país, a delegação iniciou o deslocamento para a Academia de Futebol e teve o primeiro contato com os torcedores. Eles se reuniram em um portão do aeroporto e nas vias de saída. Com Cânticos e bandeiras, saudaram os dois ônibus alviverdes.
A torcida começou a se concentrar no local logo após o fim da partida. Passou o tempo vibrando com o título, cantando e, a exemplo dos jogadores, provocando o Flamengo. (Da Redação com ge)
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