O mês de junho permanece o melhor dos últimos seis anos do Painel de Homicídios ds Secretaria de Estado de Segurança, com média de 1,2 por dia, mas a quinta-feira (25.06) foi o pior dia do mês.
O Observatório da Segurança Pública registrou cinco homicídios no Estado, concentrados na parte centro-norte do território capixaba.
As ocorrências foram em Sâo Conrado, Cariacica; Estrelinha, em Vitória; bairro Lacê, em Colatina; bairro Aeroporto, em Nova Venécia; e em Pedro D’Água, São Mateus.
Para completar, ainda houve uma morte no distrito de Cristal do Norte, em Pedro Canário, por intervenção legal de agente do Estado, ou seja, morte em confronto com a Polícia.
Apesar disso, o mês de junho apresenta redução de 36,73% no número de homicídios em relação ao mesmo período de 2025: são 31 neste ano ante 49 no ano passado.
Em números gerais, o Espírito Santo aproxima-se da virada do primeiro semestre com redução de 7,6% no número de homicídios, projetando o fechamento do ano abaixo de 740 homicídios, o que seria um novo recorde na série histórica iniciada em 1996.
SÃO MATEUS: FORA DA CURVA
São Mateus tem a pior taxa de homicídios do Estado entre as cidades com mais de 100 mil habitantes. Com o caso desta quarta-feira, São Mateus chegou a 22 homicídios nestes 175 dias do ano, aumento de 10% em relação ao mesmo período do ano passado.
Linhares, com a maior população do Norte do Estado e a segunda maior do interior, tem 26 homocidios no ano, redução de 7,14% em relações ao mesmo período de 2025.
São Mateus tem taxa de 33,94 homicídios/ano por 100 mil habitantes e Linhares tem 29,33. São as duas maiores do Estado nas cidades com maia de 100k.
Com redução de 33,3% nos homicídios este ano, Cachoeiro de Itapemirim, no Sul do Estado, tem a menor taxa por 100 mil habitantes neste primeiro semestre: 6,27 homicídios/ano por 100 mil habitantes.
A taxa projetada para o Espírito Santo é de 17,98 homicídios/ano por 100 mil habitantes, ainda a maior do centro-sul do País, mas em redução constante desde 2020, quando bateu em 27,2 homicídios por 100 mil habitantes.
Veja os números por regiões:


























