Duas explosões em pontos de ônibus nos arredores de Jerusalém feriram até 14 pessoas nesta quarta-feira, 23, disseram serviços de emergência.
De acordo com a polícia israelense, um homem morreu após ser socorrido em estado grave ao hospital Shaare Zedek.
Eles atribuíram a explosão inicial a um dispositivo explosivo colocado em uma rodoviária perto da saída da cidade, enquanto um segundo logo depois atingiu um ponto de ônibus no bairro de um assentamento urbano no leste da cidade.
As explosões, com cerca de 30 minutos de intervalo, pareciam ser um ataque palestino, disse a polícia.
Imagens de televisão mostraram destroços espalhados pelo local da primeira explosão, que foi isolado pelos serviços de emergência.
Não houve relatos imediatos de mortes, mas os serviços de saúde disseram que 12 pessoas foram levadas ao hospital desde a primeira explosão, pelo menos duas com ferimentos graves. Outras três teriam sido feridas na segunda explosão, disse a polícia.
O porta-voz do grupo militante palestino Hamas, Abdel-Latif Al-Qanoua, elogiou os atentados, mas não assumiu a responsabilidade.
Al-Qanoua afirmou que os atentados “resultaram dos crimes cometidos pela ocupação e pelos colonos”.
As explosões ocorreram quando o ex-primeiro-ministro Benjamin Netanyahu negocia com aliados para formar um novo governo de direita, incluindo membros de partidos religiosos e de extrema direita.
Em resposta a ataques fatais contra Israel em março e abril, o exército do Estado hebreu efetuou mais de 2.000 operações na Cisjordânia.
As operações israelenses e os combates posteriores provocaram as mortes de mais de 125 palestinos, o balanço mais grave na região em sete anos, de acordo com a ONU. (Da Redação com g1 Mundo)



























