Depois de quatro medalhas no primeiro dia das Paralimpíadas de Tóquio, o Brasil manteve o ritmo e somou mais quatro pódios nesta quinta-feira, 26. Campeão em Londres 2012, Jovane Guissone foi prata na esgrima sobre cadeira de rodas. A segunda prata do dia foi inédita: Rodolpho Riskalla conquistou o melhor resultado da história do Brasil no hipismo dos Jogos Paralímpicos.
Com dois bronzes na natação (um em revezamento), Daniel Dias estendeu seu recorde de maior medalhista, chegando a 27 pódios paralímpicos na carreira.
Confira o quadro de medalhas das Paralimpíadas de Tóquio
A quinta-feira das Paralimpíadas ainda teve um festival de recordes mundiais na natação. Teve muitas vitórias brasileiras no tênis de mesa. Mas teve uma derrota do Brasil no goalball masculino.
Rodolpho Riskalla conquistou o melhor resultado da história do hipismo do Brasil nas Paralimpíadas, que já havia faturado quatro bronzes em edições anteriores dos Jogos. O paulistano de 36 anos foi prata no adestramento da classe 4, que engloba atletas com comprometimento moderado dos quatro membros. Embalados por músicas como “Aquarela do Brasil”, Riskalla e o cavalo Dom Henrico foram o terceiro conjunto a se apresentar, assumiram a liderança até que foram superados pela holandesa Sanne Voets.

No revezamento em que o Brasil foi bronze, a China foi ouro com direito a recorde mundial. Foi um dos 12 recordes mundiais quebrados na natação desta quinta-feira. Foram nove nas finais e três nas eliminatórias. A americana Anasatasia Pagonis, de apenas 17 anos, superou a melhor marca da história dos 400m livre S11 (para atletas cegas) tanto nas eliminatórias como na final para ficar com o ouro. (Da Redação com ge)

























