O Botafogo foi absoluto no primeiro tempo Monumental de Nun̈ez, em Buenos Aires, apesar de jogar com 10 desde o primeiro minuto da partida, fez 2 a 0, levou uma grande pressão do Atlético Mineiro no segundo tempo, mas venceu por 3 a 1 a final da Taça Libertadores da América.
O time carioca atropelou o Galo na etapa inicial, apesar do susto com a expulsão do volante Gregore aos 40 segundos por uma falta violenta em Fausto Vera.

Gregore foi disputar a bola com Fausto Vera, ele subiu demais o pé acertando as travas da chuteira na cabeça de Fausto e o árbitro argentino Facundo Tello aplicou o vermelho direto para o camisa 26.
É o primeiro título continental do Botafogo, que ainda tem a possibilidade de se tornar campeã brasileiro. Faltando duas partidas para os dois times, o Botafogo lidera o Brasileirão com três pontos de vantagem sobre o Palmeiras.
REAÇÃO À EXPULSÃO
Depois da expulsão, o Atlético-MG passou por um período de controle do jogo, porém, encantava um sistema defensivo muito compacto e somente chegou à meta de John com chutes de longa distância de Hulk.
Aos poucos o Botafogo reassumiu o controle da partida e abriu o placar aos 35 minutos, com Luiz Henrique completando jogada de Marlon Santos.
Depois, aos 44, Luiz Henrique ganhou um lance na vontade e foi derrubado por Everton. Pênalti marcado com ajuda do VAR, que Alex Teles converteu.

Com nítida desvantagem, o Atlético-MG foi para o intervalo sob incentivo de sua torcida, que gritava o “Eu acredito” consagrado no título da Libertadores de 2014.
PRESSÃO DO GALO
O técnico Miito fez mudanças táticas, com as entradas de Mariano e Eduardo Varga, e o grito ganhou força com o gol de Varga escorando de cabeça um escanteio cobrado por Hulk a 1 minuto do segundo tempo. Um gol para colocar fogo na decisão da Libertadores.

A pressão continuou e o Atlético-MG reclamou pênalti em Deyverson aos 10 minutos, não marcado pelo árbitro, que sequer conferiu as imagens do VAR.
Aos 18 minutos, John evitou o empate com grande defesa em chute de Hulk .A pressão continuou e o Atlético-MG mantinha 80% da posse de bola. O Botafogo seria defendia bravamente.
Aos 30 minutos, Alan Kardec entrou no lugar de Deyverson na tentativa de aumentar a eficiência ofensiva. Logo depois, Arthur Jorge aproveitou para tirar Almada e Luiz Henrique, mudando a posição tática de seu time, colocando Matheus Martins e Júnior Santos.
Aos 40 minutos, o coração dos botafoguenses quase parou: Mariano enfiou em profundidade para Varga desviar de John, mas a bola foi por cima do gol. Aos 42, Varga perdeu uma chance ainda maior, chutando por cima, sozinho com John, após falha da zaga.
No último segundo do jogo, Júnior Santos fez grande jogada índividual e no único ataque do segundo tempo, marcou o terceiro gol. O gol, antes mesmo do apito final, provocou uma explosão da torcida do Botafogo em Buenos Aires.
O time vai disputar o Mundial de Clubes de 2025, ao lado do Flamengo, Fluminense e Palmeiras, mas antes disputa a ultima versão do atual modelo, no Qatarz estreando dia 11 de dezembro, contra o Pachuca, do México. A semifinal será contra o Al Ahly, que venceu o Al Ain por 3 a 0.(Da Redação)






















