As principais bolsas europeias abriram em alta nesta sexta-feira, 25, seguindo a tendência de Wall Street que na véspera fechou em leve alta depois que o governo dos Estados Unidos decidiu impor sanções severas contra a Rússia.
Nas primeiras negociações as Bolsas de Frankfurt e Londres subiam 1,3%, enquanto Paris avançava 1,1%. As principais bolsas europeias fecharam a quinta-feira com perdas de até 4%.
O índice pan-europeu STOXX 600 subia 0,8%, após ter caído para o nível mais baixo desde maio de 2021 na sessão anterior.
As bolsas asiáticas também se recuperaram nesta sexta, após a queda registrada na véspera em consequência da invasão da Rússia à Ucrânia.
Tóquio encerrou o pregão em alta de 1,95%. Xangai terminou o dia com ganho de 0,63%. Hong Kong e Taiwan operavam estáveis, pouco antes do fechamento, com alta leve de 0,54% e 0,33%, respectivamente. Na Coreia do Sul, a alta era 1,06%.
“Os investidores avaliaram o risco atual e as sanções impostas contra a Rússia”, declarou à AFP o analista Naeem Aslam da AvaTrade. “Acreditam que a venda em massa é uma oportunidade para comprar a bons preços. Então as ações estão subindo”, acrescentou.
Petróleo
O preço do barril de petróleo Brent, porém, voltou a ser negociado acima de US$ 100. Perto das 6h, o preço do barril de petróleo Brent, o mais comercializado, era negociado em alta de 1,72%, a US$ 101,78. Já o WTI, dos EUA, tinha alta de 1,28%, a US$ 94 o barril.
Na quinta-feira, o Brent chegou a bater US$ 105, mas fechou a US$ 99,08 o barril. O petróleo dos EUA fechou a US$ 92,81 barril.
A escalada militar eleva os temores sobre o abastecimento de produtos básicos chave, como petróleo, trigo e metais, em meio a uma demanda crescente na reabertura das economias, após os fechamentos provocados pela pandemia da Covid-19.
A disparada do petróleo coloca mais pressão sobre os preços dos combustíveis no Brasil. Desde 2016, a Petrobras passou a adotar para suas refinarias uma política de preços que se orienta pelas flutuações do preço do barril de petróleo no mercado internacional e pelo câmbio.
A Petrobras afirmou que avaliará os impactos da alta volatilidade dos preços do petróleo no mercado internacional antes de tomar qualquer decisão sobre reajustes. (Da Redação com g1 Economia/Mundo)

























