A campanha nacional de vacinação contra a pólio terminou em 30 de setembro e, na altura, apenas 60% do público-alvo tinha recebido a dose no país. A meta da campanha é atingir 95% dessa faixa etária.
No Espírito Santo, até o meio dia desta quarta-feira, 22, a imunização contra a pólio havia atingido 138.940 pessoas, ou seja, 61% do público alvo.
Em Barra de São Francisco a vacinação já beneficiou 1.472 crianças, ou seja, 56% do publico alvo e, por isso, a Secretaria Municipal de Saúde decidiu fazer um novo Dia D de multivacinação neste sábado, 22, inclusive contra pólio e covid-19.
O Dia D acontece das 8h às 12h30 na UBS Alvino Campos (Pavilhão), contra a poliomielite (1 a 4 anos) e multivacinação para crianças e adolescentes menores de 15 anos.
A imunização contra a covid-19 será no prédio da antiga Câmara Municipal, para todos com idade acima de 12 anos.
A Secretária Estadual de Saúde (SESA) informa que a vacinação contra a poliomielite continua em todos os postos de saúde do Estado até o dia 31 de outubro.
Monitoramento de vacinação contra a pólio
A campanha nacional de vacinação contra a pólio terminou em 30 de setembro e apenas 60% do público-alvo recebeu a dose no país. A meta da campanha é atingir 95% dessa faixa etária. O Ministério da Saúde alerta que a vacinação contra a poliomielite continua em todos os postos de saúde.
A poliomielite ou paralisia infantil, como é popularmente conhecida, é uma doença infectocontagiosa, causada por um vírus transmitido por água e alimentos contaminados ou por meio de contato com uma pessoa infectada. Ele acomete em geral os membros inferiores e tem como principais características a flacidez muscular. A doença pode levar à morte ou gerar sequelas irreversíveis.
Atualmente ainda há risco de reintrodução do vírus da pólio no Brasil, e, por isso, as campanhas se mantêm como uma ação necessária de prevenção desde 1980. O último caso de paralisia infantil registrado no País foi em 1989. No Espírito Santo, a última notificação foi em 1987. Em 1994, o Brasil recebeu o Certificado Internacional de Erradicação da Transmissão Autóctone do Poliovírus Selvagem.
Prevenção
A poliomielite não tem tratamento. A prevenção é feita por meio da vacinação. Também é importante a adoção de medidas preventivas contra doenças transmitidas por água e alimentos contaminados.
No Brasil, a vacina é oferecida nos postos da rede municipal de saúde e durante as campanhas nacionais de vacinação.
De acordo com o Ministério da Saúde, a imunização deve ser iniciada a partir dos 2 meses de vida, com mais duas doses aos 4 e 6 meses, além dos reforços entre 15 e 18 meses e aos 5 anos de idade. Vale lembrar que, apesar de ser mais comum em crianças menores de 4 anos, a pólio também pode acometer adultos. (Da Redação com Webales)
























