O deputado federal Neucimar Fraga (PP) está em missão oficial com profissionais do setor de rochas ornamentais do Brasil e do Espírito Santo na Coverings 2022, a maior e mais tradicional feira norte-americana do setor de revestimentos.
A feira teve início na terça-feira, 5, e acontece até sexta-feira, 8, em Las Vegas, Estados Unidos. Somente o pavilhão brasileiro tem tamanho aproximado de sete piscinas semiolímpicas e 61 empresas capixabas participam do evento.
A feira conta com 73 exportadores brasileiros de produtos como quartzito, mármore e granito. O pavilhão brasileiro tem e 3.456 metros quadrados, é a maior participação do Brasil no evento.
“Além da presença física dos empresários e seus times comerciais, os visitantes poderão interagir com as nossas rochas e sentir toda a imponência de nossos quartzitos, mármores, granitos e ardósias. O Pavilhão do Brasil conta com cerca de 200 toneladas de materiais trazidos especialmente para este evento”, pontuou o presidente do Centrorochas, Tales Machado.
Números do Mercado
Em 2021, o Brasil foi responsável por 23,28% (US$ 889 Mi) de toda rocha ornamental consumida pelos Estados Unidos. Já a China e a Turquia ocupam posições seguintes com 17,46% (US$ 667 Mi) e 14,94% (US$ 571 Mi), respectivamente.
O ES exportou mais de US$ 1 bilhão em rochas ornamentais em 2021. Esse valor representa 83% do faturamento das exportações brasileiras. Atualmente, o destino das exportações capixabas é concentrado nos Estados Unidos (69,1%) e na China (8,6%). Essa relevância competitiva do setor é construída com ações empresariais e institucionais.
O cluster de rochas ornamentais capixabas tem uma cadeia produtiva completa, com fornecedores e prestadores de serviços, organizados em torno do Sindirochas. O setor gera cerca de 130 mil empregos diretos e indiretos no estado, representando até 10% do PIB capixaba.
De norte a sul do Estado, temos atividades de extração, beneficiamento e comercialização de rochas, embora as exportações sejam concentradas nos municípios de Serra (25,3%), CachoeirodeItapemirim (19,5%), Barra de São Francisco (13%), São Domingos do Norte (4,3%) e Castelo (3,2%).
“A riqueza mineral é importante, mas cuidar da infraestrutura, organizar feiras e eventos, formar força de trabalho qualificada e investir em laboratórios, pesquisa e desenvolvimento de produtos, além de pisos e revestimentos, exige cooperação interinstitucional. Nesse sentido, a capacidade de competir no mercado internacional é estrutural, sendo constituída por contribuições do Centro Tecnológico de Rochas e das valiosas parcerias com Ufes, Ifes, Fapes, Apex Brasil, ANM e Congresso Nacional”, disse o deputado capixaba. (Da Redação com Assessoria Parlamentar)
























