*Marina Amaral (Agência Pública)
Em julho de 2024, o BRB começou a comprar carteiras de crédito inexistentes do Master, negócios que chegariam a 12 bilhões de reais, segundo estimativa da Polícia Federal na Operação Compliance.
Os interlocutores de Daniel Vorcaro no BRB, que o teriam aproximado de Ibaneis – candidato ao Senado neste ano – foram o senador Ciro Nogueira e Antonio Rueda, presidente do União Brasil, partido que comanda a Rioprevidência, que por sua vez comprou quase 1 bilhão de reais em letras podres do Master.
Não foi o único fundo de funcionários estaduais arrastado para o Master: no Amapá, onde o amigo de Vorcaro é o senador Davi Alcolumbre (União-AP), o prejuízo foi de 400 milhões de reais.
Enquanto o BC fazia cara de paisagem, houve ainda uma tentativa de ressuscitar a “emenda Master” na Câmara, em forma de um PL apresentado em novembro de 2024 por Filipe de Barros (PL-PR), muito próximo de Eduardo Bolsonaro, e investigado no inquérito das Fake News.
Uma tentativa de acenar para os investidores cada vez mais recalcitrantes do Master de que haveria uma luz no fim do túnel, o que também não funcionou.
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