Sete treinadores estrangeiros foram campeões paulistas, na era profissional: Humberto Cabelli (URU), Joreca (POR), Ventura Cambom (URU), Caetano Di Domenico (ITA), Jim López (ARG), Bela Gutman (HUN) e José Poy (ARG). Quatro deles do São Paulo e três do Palmeiras, justamente os finalistas do estadual, na decisão que começa nesta semana.
Há 46 anos, não há um treinador estrangeiro campeão e jamais na história do estadual houve uma final disputada por dois treinadores nascidos fora do Brasil. O português Abel Ferreira, do Palmeiras, e o argentino Hernán Crespo, do São Paulo, farão a primeira finalíssima internacional, em data e horário ainda a serem definidos pela Federação Paulista de Futebol, mas o primeiro jogo será no Allianz Parque.
Também nunca houve campeão e vice do Brasileirão, nem do Paulistão no profissionalismo, dirigidos por estrangeiros. A final paulista será o ápice da decisão dos principais clubes de voltar a uma tendência de treinadores de fora do Brasil, retorno ao que havia nos anos 1940 e 1950, quando o paraguaio Fleitas Solich veio da seleção paraguaia para ser tricampeão carioca pelo Flamengo.
O São Paulo venceu o Mirassol e o Palmeiras ganhou do Corinthians, nas semifinais disputadas no domingo, 16. No passado, o Choque-Rei foi decisão paulista em 1942, 1944, 1950, 1971,1972 e 1992. Os palmeirenses ganharam quatro e os são-paulinos venceram duas. (Da Redação com ge)


























