A morte do jovem atleta Jocimar Luciano de Castro, o Jô do Campo Novo, 23 anos, trouxe duas tragédias para duas famílias, por causa de uma aposta de sinuca. O crime, ocorrido na noite do último sábado, quando Jô foi morto com seis tiros, por Robson Pereira, o Robinho, teria acontecido após o atleta se negar a pagar uma aposta de sinuca feito um bar nas proximidades do distrito de Monte Senir.
Robinho foi preso logo após o crime e, a princípio negou, mas, diante das evidências, acabou assumindo o assassinato e se entregando junto com a arma usada no crime.
De ambos os lados ficou a insatisfação. Amigos de Jô ensaiaram, inclusive, uma motociata para acompanhar o enterro do jovem, enquanto do lado de Robinho, a família lamenta que o mesmo tenha agido impulsivamente, mas com razão, já que, além de não receber o valor da aposta – uns dizem que foi R$ 500 e outros falam em R$ 3 mil – e que ele teria sido humilhado por Jô.
Outras fontes dizem que não foi bem assim. Alguns dizem, inclusive, que foi Robinho quem se negou a pagar a aposta.
“O Robinho é um cara muito honesto, trabalhador e, agora, além de ser preso, quando sair ficará a preocupação com a possibilidade de vingança da família, já o outro rapaz, não verá mais a luz do sol”, uma tragédia dupla, analisa um amigo de Robinho.
Jô do Campo Novo, que estava inscrito para disputar a Copa Rural e jogaria foi morto na estrada, perto da comunidade do Bagaço, após a confusão em um bar perto da IGM Granitos, no distrito de Monte Senir.
Jó estava morando em Portugal, segundo amigos da rede e alguns nem sabiam que ele estava no Brasil. Ele também esteve na África, mais precisamente na Nigéria, prestando serviço voluntário. (Da Redação)

























