A última publicação do IBGE sobre os Aglomerados Subnormais (AGSN) em Barra de São Francisco, em 2020, apontava que, no ano anterior (2019), o município tinha 31.605 domicílios, dos quais, 4.342 em situação de AGSN, o que corresponde a 13,74% do total de domicílios.
No último censo 2022, encerrado este ano, apontou que o município tem mais de 35,6 mil domicílios. Na próxima segunda-feira, 20, a partir das 9h30, o IBGE irá apresentar, na Câmara Municipal, os resultados do Mapeamento dos Aglomerados Subnormais de Barra de São Francisco, apurados pelo Censo 2022.
+ Sobre Aglomerados Subnormais
Forma de ocupação irregular de terrenos de propriedade alheia (públicos ou privados) para fins de habitação em áreas urbanas e, em geral, caracterizados por um padrão urbanístico irregular, carência de serviços públicos essenciais e localização em áreas restritas à ocupação.
O nome aglomerado subnormal surge na década de 1980, quando houve classificação e separação das áreas, mas exclusivamente para fins operacionais, e é aplicado pela primeira vez no Censo 1991. O Censo de 2010 foi o primeiro a ter uma avaliação mais abrangente do território nacional, e passou a utilizar a nomenclatura como uma categoria analítica, para além de operacional. Naquele ano, a população que vivia em aglomerados subnormais totalizou 11,4 milhões de pessoas, o que representava 6% dos habitantes do país. (Da Redação com IBGE)






















