Construção de um Centro de Treinamento (CT) com alojamentos para atletas e um campo de futebol de dimensões oficiais, melhoria da estrutura de lazer já existente para realização de eventos culturais, de negócios e outros, adaptação do local para receber idosos e estudantes em ações de lazer…
Tudo isso e mais será apresentado no próximo sábado, 13, às 11h, na abertura do Gabinete de Administração do Pesque-Pague, imóvel adquirido recentemente pela Prefeitura de Barra de São Francisco.
O anúncio do evento foi publicado na noite desta terça-feira, 9, pelo prefeito Enivaldo dos Anjos em suas redes sociais.
Dos Anjos já havia antecipado, em entrevista à rádio FM dos Anjos (87,0), algumas das ações pensadas para o local, que se tornará área de lazer e prática esportiva pública em breve.
A compra do local foi aprovada na Câmara Municipal no dia 25 de julho, quando também foi autorizada a compra do TD Hotel, no centro da cidade, para abrigar parte da administração muncipal (Saiba mais abaixo).
O investimento na aquisição do Pesque-Pague Paraíso, na ES-320, perto da ponte do rio São Mateus, é de R$ 3,5 milhões. Construído na década de 1990 pelo casal Luiz Augusto Barbosa do Nascimento e Leila Acipreste do Nascimento, em área de 120.945,05 m², o imóvel será pago em 21 parcelas, sendo a primeira de R$ 500 mil.
“O imóvel a ser desapropriado pelo município tem a finalidade de instalação de um centro esportivo para atividades físicas e eventos com objetivo de atender à comunidade estudantil e idosos, assim como calendário de eventos das secretarias municipais”, informa o prefeito.
TD Hotel
O TD Hotel, de propriedade do empresário Jayme Tassinari e Ileuza Luzia Delboni Tassinari, tem 300 m² e foi avaliado em R$ 3,7 milhões, que serão pagos em 15 parcelas, sendo a primeira no valor de R$ 500.000,00
“O imóvel adquirido, além de possuir espaço generoso para as finalidades públicas (instalação de Secretarias Municipais) fomentarão a economia da região onde está localizado, trazendo desenvolvimento com a geração de empregos e renda com o início rotineiro de atividades de atendimento ao público”, diz a justificativa.
“O Município novamente está criando raízes pois, por menos crível que possa parecer, não possui imóveis próprios para acolher os Órgãos da Administração Direta, assim como qualquer programa social, que depende de locação de imóveis de terceiros (particulares) para poderem funcionar”, conclui a justificativa ao projeto. (Da Redação)

























