
Barra de São Francisco fechou o mês de julho com 8 empregos formais a mais do que em junho, segundo o Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério da Economia. O relatório foi divulgado nesta segunda-feira, 29 de agosto.
Em todo o Espírito Santo, o estoque de empregos em junho aumentou em 27 vagas, número bem abaixo do mês de junho, quando foram geradas quase 3 mil vagas novas.
No país foram mais 218.902 vagas de empregos formais, número também muito abaixo do observado em junho, quando foram criados 277.944 novos empregos. (Leia mais abaixo).
Em Barra de São Francisco foram promovidas 224 contratações contra 216 demissões em julho passado. Apenas o setor de Serviços teve saldo positivo: Foram 74 admissões e 58 desligamentos, com saldo de 16 vaga (+1,05%), já na Construção, foram 2 contratações e 2 demissões.
A Indústria, com 80 contratações e 109 demissões, uma diminuição de 29 empregos formais (-1,23%).
O Comércio teve o pior desempenho no município com 75 admissões e 80 demissões, saldo negativo de 5 empregos (-0,24%).

No ano – De janeiro a julho, o município ainda tem um saldo positivo de 63 empregos formais, crescimento de 1,04% em relação ao mesmo período do ano anterior.
Durante os sete primeiros meses de 2022 foram gerados 1.747 empregos com carteira assinada e feitos 1.684 desligamentos.

No Estado – O Espírito Santo apresentou saldo positivo de 27 empregos (+0,00%) em julho deste ano. Foram 36.865 novos empregos formais e 36.838 desligamentos.
Os setores de Serviços (1.281 novas vagas) e a Construção Civil (511 vagas) tiveram os maiores saldos positivos.
Por outro lado, o fim da colheita do café que já havia provocado a redução de 1.183 empregos formais na Agropecuária em junho, trouxe mais queda pesada: São 2.620 demissões, uma baixa de 7,25% no estoque de empregos do setor.
No ano – Nos sete primeiros meses do ano, o Estado apresentou saldo positivo de 32.618 empregos formais (4,22%). O setor de Serviços responde por 56.83% dos novos empregos. Foram geradas no setor, em 2022, 17.538 novas oportunidades.

Brasil tem saldo de 218.902 empregos
O Brasil gerou 218.902 vagas de empregos com carteira assinada no mês de julho. No acumulado de 2022, foram gerados 1.560.896 empregos formais, conforme consta do Novo Caged, divulgado hoje pelo Ministério do Trabalho e Previdência.
Entre agosto de 2021 e julho de 2022 (últimos 12 meses), o saldo positivo ficou em 2.549.939 vagas geradas. Com isso, o estoque total de trabalhadores com carteira assinada está em 42.239.251. Ainda segundo o Caged, de julho de 2020 a julho de 2022, o saldo positivo está em 5.542.283 novos postos de trabalho “decorrentes de 43.141.648 admissões e 37.599.365 desligamentos no período”.
Os cinco segmentos analisados registraram saldos positivos em julho. O maior crescimento foi o de serviços, que apresentou saldo positivo de 81.873 postos de trabalho formais. O grupamento indústria registrou 50.503 novos postos; e o comércio gerou 38.574 vagas no mês.
No acumulado do ano, a construção civil foi o setor com melhor desempenho, ao registrar crescimento de 9,38% (ou 216.585 novos postos) no estoque de empregos formais. O de serviços gerou 874.203 vagas (alta de 4,56%), seguido pela indústria, com 266.824 novos empregos (3,37%).
São Paulo foi o Estado que registrou, no mês, maior número de empregos formais gerados: 67.009, o que representa uma alta de 0,51%. Minas Gerais agregou 19.060 novos postos (0,43%); e Paraná agregou mais 16.090 empregos formais (0,55%).
“Do ponto de vista regional o grande destaque foi a Região Norte, com um crescimento de 0,8% da força de trabalho, o maior crescimento relativo entre as cinco regiões brasileiras”, destacou o ministério.
Com relação aos salários, pelo segundo mês seguido observou-se aumento no salário médio real de admissão. Na média, o valor acertado ficou em R$ 1.926,54, o que representa uma alta de 0,80%. “Comparado ao mês anterior houve um acréscimo real de R$ 15,31, sendo o maior crescimento verificado no setor do comércio, R$ 1.685,67, variação de 1,95%”, detalhou o levantamento. (Da Redação com Agência Brasil e Novo Caged)


























