Um caso inusitado aconteceu na noite desta quinta-feira, 27, em Vila Pavão, Noroeste do Espírito Santo. De acordo com policiais militares de serviço na cidade eles se deslocaram ao bairro Nova Munique, juntamente com um perito criminal e dois investigadores no intuito de apurar a denúncia que haviam recebido sobre o possível assassinato de um idoso identificado como Sebastião Lopes de Jesus, 73 anos, numa residência do bairro.
A denúncia anônima dava conta de que na noite anterior uma mulher suspeita de cometer homicídio fora vista saindo sua residência de posse de duas sacolas plásticas e uma mala com um odor extremamente fétido, odor este percebido por vários moradores da rua.
Também disseram que estava estacionado uma van pertencente a uma funerária e floricultura em frente à casa por um longo período e que o condutor ajudou a mulher a colocar as embalagens no veículo Citroen e que posteriormente ambos os veículos seguiram na Rua Germano Linhares quando deslocam a 100 metros aproximadamente a condutora colidiu com um Fiat que estava estacionado na lateral, todavia a ação da condutora era de ansiedade.
Posterior as informações, policiais militares avistaram a referida van estacionada próximo a um posto de gasolina, mas ninguém soube informar sobre condutor. Que tal denúncia originou-se em decorrência de uma briga entre a suspeita e a vítima, no dia 12 deste mês, presenciada por várias pessoas. Que a vítima não fora mais visto no endereço, haja vista que o senhor alegava que era namorado da suspeita há mais de um ano.
Ao chegarem ao local, foi realizado o teste no interior do veículo da suposta acusada sendo utilizado luminol testando positivo para sangue humano em várias partes entre elas, o porta malas de um veículo. No decorrer da ocorrência, a suspeita acabou confessando que quem praticou o homicídio seria seu atual companheiro e este disse que estaria largando sua esposa para morar com ela. Disse ainda que o companheiro teria matado Sebastião em cima da cama e o próprio retirou o corpo em uma mala e duas sacolas utilizadas em cadáveres, haja vista que o mesmo é proprietário de uma funerária e floricultura.
Segundo a suspeita, o acusado apoderou-se de seu carro para transportar o cadáver e descartá-lo em um rio próximo a Colatina e após presenciar o fato desmaiou não vendo mais nada.
A acusada e a testemunha foram encaminhadas à Delegacia de Polícia Civil local para prestarem esclarecimentos. O referido veículo ficou na garagem da acusada à disposição dos investigadores. (Da Redação com 2º BPM)
























