A assistente social da Apae de Barra de São Francisco, Ana Paula Fanti, estará na rádio Clube FM, na manhã desta terça-feira, 21, para falar sobre o Dia Mundial de Conscientização da Síndrome de Down, uma alteração genética que alcança milhões de pessoas em todo o planeta e existe desde o princípio da história da Humanidade.
Em Barra de São Francisco, a Apae cuida de cinco pessoas com a Síndrome de Down, sendo quatro do sexo masculino e uma menina.
De acordo com Ana Paula, a Síndrome de Down é uma condição genética que causa alteração no cromossomo 21 das células, fazendo com que existam três cromossomos no lugar de dois. A data de comemoração não foi escolhida por acaso. O dia 21 de março faz analogia a chamada trissomia do 21.
A data está no calendário da Organização das Nações Unidas desde 2012. Mas só foi fazer parte do brasileiro no ano passado, após aprovação do projeto de lei do ex-senador Lindbergh Faria.
De acordo com a ONU, a data tem o objetivo de conscientizar a população e de quebrar o estigma social.
É importante ressaltar que a Síndrome de Down não é uma doença. Segundo o IBGE, cerca de 300 mil brasileiros nascem com essa condição.
Entre as características físicas associadas à trissomia do 21 estão:
Olhos amendoados e maior propensão ao desenvolvimento de algumas doenças e hipotonia muscular.
Em geral as crianças com Síndrome de Down são menores em tamanho e seu desenvolvimento físico, mental e intelectual, pode ser mais lento do que o de outras crianças da sua idade.
É importante explicar que, devido à condição, a criança tem o desenvolvimento mais lento.
Desde muito cedo essas crianças devem ser estimuladas para que sejam capazes de levar uma vida normal.
“A família tem um papel crucial nesse momento de suporte para criança.
É essencial é essencial que ofereçam terapias de apoio para amenizar os impactos causados na saúde física do portador da síndrome.
É importante ressaltar que todas as crianças têm seu próprio tempo de aprendizado. Tenha paciência e busque auxílio de outros pais que tenham filhos portadores da síndrome e atente-se às recomendações de profissionais no assunto”, observa Ana Paula. (Da Redação)


























