Ouvidos pela reportagem do tribunanorteleste, vários taxistas de Barra de São Francisco que trabalham no centro da cidade, disseram que o auxílio que será pago pelo Governo Federal a partir do dia 16 do mês que vem, até o final do ano, vai ajudar a mitigar a crise, mas não resolve o problema deles com os taxistas clandestinos, que estão tomando os clientes.
“Nós gastamos cerca de R$ 600,00 só para adesivar o carro, se trocarmos de veículo, pagamos quase R$ 7 mil. A Prefeitura legalizou o Uber, mas não tem fiscalizado, então temos gente que até abandonou o táxi, colocou placa de Uber em veículo particular e fica na porta da Rodoviária, entregando cartão e oferecendo serviço a preços bem abaixos da nossa tabela”, reclama um taxista, que é apoiado pelos demais do Ponto da Rodoviária.
Auxílio
O Ministério do Trabalho anunciou, nesta segunda-feira, 25, que o auxílio a taxistas estabelecido pela Emenda Constitucional nº 123, conhecida como PEC das Bondades, será pago a partir de 16 de agosto.
Ao todo, o governo prevê seis parcelas de R$ 1.000, a serem distribuídas até o final deste ano, mas pode ser reajustado para não estourar o limite global do auxílio, que é de R$ 2 bilhões.
O primeiro pagamento já envolverá duas parcelas, referentes aos meses de julho e agosto.
O benefício contempla motoristas de taxi titulares de permissão ou concessão emitida por prefeitura ou pelo DF até 31 de maio. Também é preciso comprovar CNH válida.
O auxílio aos taxistas foi incluído na então-PEC kamikaze pelo relator da proposta no Senado, senador Fernando Bezerra (MDB) em 30 de junho, minutos antes do plenário abrir a votação. (Da Redação com Agência Brasil)























